Invasão no Windows 8 através do Java Signed Applet

Este vulnerabilidade permite ao invasor obter qualquer dado de um computador como Windows 8, pois através de engenharia social como induzir os usuários.

Detecção de Intrusos com SNORT - Back|Track 5R3

Sistema de detecção de intrusão , nada mais é do que uma ferramenta capaz de identificar tentativas de invasão em tempo real.

Hackeando e obtendo informações de dispositivos Android

Uma técnica de "hackear" os dispositivos moveis com o sistema operacional Android. Vamos utilizar a ferramente já conhecida por alguns, o Metasploit.

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terça-feira, 11 de março de 2014

Snowden: "A NSA está colocando fogo no futuro da Internet"



Edward Snowden, o ex-analista da CIA que ficou conhecido por revelar o escândalo massivo de espionagem do governo americano, fez nesta segunda-feira, 10, sua primeira aparição pública ao vivo para o público dos Estados Unidos, via Google Hangouts. A apresentação aconteceu durante o SXSW, que acontece em Austin.

Durante o evento, Snowden voltou a ressaltar a importância do respeito aos direitos da privacidade na internet. Para isso, ele defende que não apenas os governos deixem de espionar, mas que haja um investimento maior de empresas e desenvolvedores em criptografia.

Nos últimos meses, muitas informações apontavam para um rumor de que o governo americano, por meio da NSA (Agência Nacional de Segurança), seria capaz de quebrar a maioria dos tipos de criptografia existentes. Snowden, no entanto, não crê que isso esteja acontecendo de fato.

Para reafirmar sua posição sobre encriptação, ele diz que até agora o governo dos Estados Unidos não sabem quais documentos sigilosos foram vazados para jornalistas. "Eles não sabem o que foi repassado porque criptografia funciona. Precisamos pensar nela não como uma arte das trevas, mas como uma proteção contra as artes das trevas", afirmou ele.

Ele rejeita a ideia de que a NSA possua um sistema superpoderoso, capaz de quebrar qualquer tipo de criptografia. Na verdade, o que ele acha mais perigoso e mais próximo da realidade, é que o governo americano simplesmente rouba as chaves de encriptação.

"Eu acho que a criptografia irá se manter, a menos que tenhamos saltos massivos no entendimento de matemática e física", afirmou ele.

Por fim, ele voltou a atacar as práticas da NSA, afirmando que eles estão "colocando fogo no futuro da Internet", e as pessoas que assistiam as transmissões são "os bombeiros". "Precisamos de sua ajuda para corrigir isso".

Ele também reafirmou que não se arrepende do que fez, mesmo depois de ser praticamente expulso do seu país. "Independente do que acontecer comigo. Isso é algo a que nós temos direito. Eu jurei apoiar e defender a Constituição (dos Estados Unidos) e eu a vi sendo violada em escala massiva", disse, sem mostrar nenhum arrependimento com sua situação.

Quem quiser assistir ao vídeo na íntegra pode conferir abaixo (em inglês, com problemas no áudio):


FONTE : olhardigital.uol.com.br/

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Fim do suporte ao sistema operacional Windows XP vai forçar bancos a atualizarem o hardware de seus equipamentos

A Microsoft já avisou faz tempo: em 2014 o Windows XP vai perder o suporte e, com isso, deixará de receber atualizações — um ano depois encerram-se também as atualizações vitais para a manutenção da segurança dos usuários. E nesse grupo de usuários estão 95% dos caixas eletrônicos de todo o mundo. Exatamente, a maioria esmagadora das máquinas de bancos são equipadas com computadores que utilizam a referida versão do sistema operacional.

E o que vai acontecer com elas? Tudo depende de como as instituições bancárias vão querer trabalhar. Segundo o site INFO, aqui no Brasil alguns bancos privados como Bradesco e o Itaú utilizam o sistema Windows XP. O primeiro já informou que vai instalar o Windows 7 nos caixas automáticos, mas o Itaú ainda não revelou o que será feito com seus equipamentos.

Bancos estatais não terão problemas com a novidade, uma vez que utilizam o sistema Linux em seus equipamentos — isso vale tanto para a Caixa Econômica Federal quanto para o Banco do Brasil. De volta às instituições que precisam realizar a alteração, é preciso mencionar um problema que pode afetar diversas instituições em todo o mundo: o hardware das máquinas utilizadas atualmente.

Hardware é um problema


O Windows XP que roda nos caixas automáticos foi lançado em 2001, enquanto o Windows 7 chegou ao mercado oito anos depois. Isso significa que existe quase uma década de diferença nos requisitos mínimos de hardware utilizado. Como você deve imaginar, os computadores dos caixas automáticos não são equipados com componentes muito poderosos, uma vez que executam apenas funções básicas.

Sabendo disso, não é difícil perceber que muitas máquinas podem não conseguir executar o Windows 7. Ou seja, além de alterar o software utilizado pelos caixas eletrônicos, os bancos ainda terão que modificar os próprios computadores. Dessa maneira, é bem possível que nem todos os bancos consigam realizar a substituição até abril, mês em que o suporte da Microsoft ao Windows XP deve ser encerrado.

Fonte: Business Week, INFO


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Novo malware pode ser o primeiro transmitido pelo ar

Um pesquisador de segurança diz ter encontrado um novo tipo de malware que pode afetar alguns dos níveis mais baixos da sua máquina. Este bit de código malicioso pode ser o primeiro exemplo de um vírus de computador que é transmitido pelo ar.

Não, o vírus não entra por downloads Wi-Fi, mas de sinais de entrada convertidos em código pelo microfone do seu notebook. O novo malware foi apelidado de “badBIOS” por Dragos Ruiu, o pesquisador de segurança que diz ter identificado a ameaça.

Ruiu disse recentemente ao Ars Technica que ele esteve rastreando o badBIOS nos últimos três anos. Desde que o vírus é declaradamente um pedaço de código, tudo o que ele tem até o momento é uma teoria de trabalho sobre como o malware funciona.

O único detalhe intrigante sobre o badBIOS é que Ruiu é a única pessoa que faz tais afirmações, e ele ainda não produziu provas suficientes para que outros pesquisadores de segurança pudessem examinar de forma independente.

Mas Ruiu, que organiza as conferências de segurança CanSecWest e PacWest, é respeitado o suficiente para que muitos colegas pesquisadores não hesitem em desacreditar completamente de suas reivindicações como sendo pura fantasia.

Ainda assim, sem verificação independente das afirmações de Ruiu, é impossível saber com certeza se o badBIOS é real ou não.


Veja a explicação mais detalhada abaixo:

Como o próprio nome sugere, o badBIOS infecta a BIOS do seu PC – o pequeno pedaço de firmware que prepara a máquina antes de iniciar o sistema operacional. Se você alguma vez já pressionou uma tecla como o F2 logo após o seu computador iniciar e, em seguida, foi para uma tela que parece que foi construída sobre um Commodore Vic 20, essa é a BIOS.

Uma vez que uma máquina é infectada, o badBIOS começa a trabalhar na inserção de código malicioso dentro do próprio sistema operacional.

Um malware que começa atacando pela BIOS não é algo inédito, mas a maioria dos códigos maliciosos normalmente atacam os pontos fracos em alvos padrão que vivem dentro do sistema operacional, como o Adobe Reader ou um plugin para o navegador do Java.

Um vírus para a BIOS pode ser mais eficaz, já que é mais difícil de rastrear, e corrigi-lo está além da capacidade da maioria dos usuários de PC.

Mas o que realmente diferencia o badBIOS dos demais é que ele supostamente é capaz de permanecer intacto se alguém reinstalar o firmware BIOS (conhecido como flashing).

O badBIOS também independe de uma plataforma, o que significa que pode infectar e trabalhar em uma ampla gama de sistemas operacionais que incluem Windows, OS X, Linux e BSD, de acordo com Ruiu.

O malware pode infectar uma máquina em uma de duas maneiras, de acordo com a teoria atual do pesquisador. Ele pode invadir uma máquina por meio de um USB infectado ou por meio do envio de sinais de alta frequência, captados pelo microfone de um PC infectado.

Deixe-nos saber o que acha do novo tipo de Malware nos comentários.

FONTE : engenhariae.com.br

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

nLite para Windows 7, Windows 8 e Windows 8.1 em breve!



Você se lembra dos bons tempos do Windows XP quando era possível personalizar sua ISO de instalação usando o nLite? Ele é um dos melhores e mais populares software de personalização de instalação do Windows que permite você remover componentes indesejáveis ​​de configuração do Windows, integrar drivers de dispositivo, hotfixes e service packs de instalação do Windows e criar uma instalação autônoma e inicializável configuração ISO do sistema operacional Windows para que você não precise digitar nada durante a instalação do Windows em computadores.
Com a ajuda do nLite, os usuários foram capazes de diminuir o tamanho do ISO de instalação do Windows, eliminando recursos desnecessários do Windows e drivers que deixou o Windows mais rápido, menos serviços estavam funcionando no fundo.
Infelizmente, o desenvolvedor parou de se desenvolver nLite e nunca foi atualizado para incluir suporte para o Windows 7 e versões posteriores do sistema operacional Windows. Entretanto alguns outro freeware, como 7Customizer e RT Sete Lite foram criados por algumas pessoas para personalizar a instalação do Windows 7 fornecendo características parecidas com as do nLite.
Agora é hora de compartilhar uma boa notícia! Nosso amigo " Nuhi ", que é o desenvolvedor do nLite e vLite, começou a trabalhar no nLite novamente. Ele compartilhou alguns detalhes que está desenvolvendo uma ferramenta que irá suportar o Windows 7 , Windows 8 e do Windows 8.1 . Esta pode ser uma nova versão do nLite ou um novo gratuito dele.
Uma vez que esta nova ferramenta é liberada, os usuários serão capazes de personalizar o Windows 7, Windows 8 ou Windows 8.1 configuração ISO para remover componentes indesejáveis, slipstream service packs, atualizações e drivers, incluir ajustes do registro, criar ISO autônoma e muito mais.

Postagem original.


Vamos atualizar esta página, logo que uma versão pública desta nova ferramenta é liberada, de modo a verificar este lugar regularmente.

Link para download (em breve ...)

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Gadget de US$100 que bloqueia NSA

John McAfee, grande empresário, já se envolveu em diversos escândalos como o fato de ser suspeito de um assassinato e de ter contratado hackers para espionagem, agora ele veio com a ideia de “disponibilizar privacidade”. Vivemos em uma era que privacidade é um termo quase esquecido, mas há quem diga que pode existir.

Gadget é uma geringonça que tem uma função específica, nesse caso esse gadget se comunica com notebooks, smartphones e outros aparelhos eletrônicos, cria uma rede descentralizada que não pode ser acessada por órgãos do governo e faz comunicação com ela.

Ele afirma que: “Não haverá maneira [para o governo] para dizer quem você é ou onde você está.”

O aparelho parece sair de um filme, mas a ideia é fácil de ser compreendida. Segundo o site The Verge, o aparelho cria pequenas redes privadas que são como uma rede inacessível pelos outros, de forma errônea podemos comparar a uma VPN para ficar mais fácil de entender. O gadget fornece uma rede dinâmica e permite que os usuários se comuniquem entre si. O dispositivo alcança 3 blocos e todos que estão dentro desses blocos podem se comunicar entre si.

Foi afirmado que o projeto é antigo, mas só agora se intensificou. Um protótipo deverá sair até o próximo semestre. ”Nós temos o projeto em prática, estamos à procura de parceiros para o desenvolvimento do hardware “, explica ele.

Algumas pessoas passaram a perguntar sobre seu uso ilícito e John comparou o seu gadget a uma simples telefone. “Claro que vai ser usado para fins nefastos, assim como o telefone é usado para fins nefastos.” Se o dispositivo for proibido nos EUA, a McAfee diz que ele vai simplesmente vendê-lo na Inglaterra, no Japão e outros lugares.

Sabemos que o projeto é ousado, mas só podemos esperar para essa tal bugiganga entrar no mercado para conferirmos de perto, quem sabe aja esperança nesse mundo sem privacidade.

SÉRGIO AMADEU: VOCÊ SABE QUEM INVADE SEU COMPUTADOR?


Durante a "aula pública" sobre o Marco Civil da Internet, realizada nesta terça-feira (23), em São Paulo, o sociólogo Sérgio Amadeu da Silveira, especialista no tema, exibiu a apresentação "Você sabe quem invade seu computador?".

Produzida com software livre e liberada para "reprodução e remixagem", como frisa o autor ao final do arquivo, a apresentação utiliza o caso de Edward Snowden, ex-analista da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos e responsável por revelar ao mundo o fato de o país norte-americano espionar as atividades e comunicações de usuários da Internet em todo o globo, para discutir a questão da privacidade na Internet.

O tema é um dos principais eixos do Marco Civil da Internet, projeto de lei análogo a uma espécie de Constituição da Internet no Brasil. Apesar de ser considerada por especialistas internacionais como uma das legislações mais avançadas do mundo para o setor, o projeto sofre com o lobby da indústria de telecomunicações, que se posiciona contrária à neutralidade da rede, princípio que assegura a não-discriminação dos pacotes de dados e conteúdos que circulam na rede. O princípio da neutralidade, porém, é fundamental para a garantia dos direitos à privacidade, à liberdade de expressão e à criatividade e inovatividade na rede.

Confira e compartilhe a apresentação produzida por Sérgio Amadeu:

Você sabe quem invade seu computador?

FONTE : baraodeitarare.org.br

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Agência de Espionagem tem Total Acesso aos Computadores dos Usuários do Windows



A NSA, a maior organização de espionagem do mundo, tem acesso a todos os sistemas operacionais de Windows desde o lançamento do Windows 95, de acordo com grave manchete de ontem no WND, um dos maiores sites conservadores dos EUA.

A porta de entrada da NSA (National Security Agency, que significa Agência de Segurança Nacional do governo dos EUA) no Windows é na verdade uma porta secreta nos fundos do sistema, um driver que permite que a NSA tenha total acesso ao sistema operacional do usuário, conforme denúncia em inglês do WND.

Anos atrás, a China foi acusada de instalar um programinha espião em computadores fabricados em instalações chinesas. Da China comunista, nada de melhor se poderia esperar. Monitoração de todos os cidadãos é comportamento padrão das ditaduras.

Contudo, dos EUA, que apregoam ao mundo liberdade e democracia, espera-se mais. Eu, pelo menos, como cristão, esperava muito mais de uma nação com fortes raízes cristãs.

E eu esperava mais da Microsoft, uma empresa que sempre cobrou muito caro pelo seu sistema operacional Windows. O mínimo a que o cliente tem direito pelo preço que paga é privacidade, não ser entregue de bandeja a uma organização de espionagem.

Afinal, a Microsoft sempre alertava contra o Windows pirata, que poderia, de acordo com eles, tornar o computador do usuário vulnerável a vírus e invasões. Supostamente, o produto comprado ofereceria completa proteção.

A Microsoft deixou os clientes na mão.

Você pode ter um sistema e segurança que camufla seu IP, protegendo assim seu computador da monitoração do governo do Brasil, de Cuba, da Coreia do Norte, etc. Mas a invasão mais violenta já está garantida, num driver de fabricação da própria Microsoft.

Enquanto os outros países precisam criar vírus e outros meios para invadir computadores alheios para espionar, a porta de entrada da NSA no Windows está ali instalada confortavelmente para todo e qualquer uso do Big Brother americano.

Se o espiãozinho da NSA já está presente desde o Windows 95, por que então seis anos depois os sofisticados espiões americanos não conseguiram detectar os terroristas islâmicos responsáveis pelo ataque de 11 de setembro de 2001?

Talvez o alvo não seja verdadeiramente os islâmicos. Prova disso é que o atual diretor da CIA é islâmico.

Espero que algum hacker inteligente nos ajude a acabar com a “inteligência” dos espiõezinhos da NSA, CIA, e outras agências americanas no Windows.

Enquanto isso, eu, como seguidor de Jesus Cristo, oro para que Ele me livre de toda armadilha instalada no Windows. Declaro diante de Deus como Davi, que orava:

“Pois Tu tens sido o meu refúgio, uma fortaleza diante do meu inimigo.” (Salmos 61:3 KJA)

Fortaleza é um lugar no alto, como uma torre de castelo, onde você ficava longe e protegido dos inimigos.

Nesta era de espiões e inimigos virtuais, Deus não mudou em seu poder de proteção. As grandes agências de espionagem, até mesmo a NSA, que se vê como todo-poderosa, é menos do que uma pulga diante do Deus Todo-poderoso.

Cada vez que ligarmos nosso computador, oremos: “Senhor, Te declaro meu castelo forte de proteção no meu trabalho e atividades online.”

Não há nada que a NSA, a CIA, a KGB e o governo do Brasil possam fazer para furar a barreira de proteção ao redor de quem se submete à proteção do Deus Altíssimo.

Fonte:http://juliosevero.blogspot.com.br

terça-feira, 10 de setembro de 2013

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: VULNERABILIDADES NA NUVEM

A forma como você define a arquitetura da sua infraestrutura de computação em nuvem pode ter um impacto direto sobre sua capacidade de resistir a falhas.
Nuvens públicas e privadas podem ser afetadas por ataques maliciosos e falhas de infra-estrutura como falta de energia. Tais eventos podem afetar servidores de nome de domínio Internet, impedir o acesso às nuvens ou afetam diretamente as operações da nuvem.

Por exemplo, um ataque na Akamai Technologies em 15 de junho de 2004, causou uma falha de nome de domínio e um grande apagão que afetou o Google Inc., Yahoo! Inc. e muitos outros sites. Em maio de 2009, o Google foi alvo de um ataque sério (DoS) de denial-of-service que derrubou serviços como Gmail e Google News por vários dias.

Um raio causou uma inatividade prolongada na Amazon.com Inc. em 29 e 30 de Junho 2012. A nuvem da Amazon Web Services (AWS) na região leste dos Estados Unidos, que consiste de 10 data centers em quatro zonas de disponibilidade, inicialmente foi incomodada por flutuações de energia utilitário provavelmente causadas por uma tempestade elétrica. Uma tempestade de 29 de junho de 2012, na costa leste tirou algumas instalações da Amazônia com base em Virgínia e afetou as empresas que utilizam sistemas exclusivamente nesta região. Instagram, um serviço de compartilhamento de fotos, declaradamente foi uma das vítimas desta paralisação.

Recuperação destes acontecimentos levou muito tempo e expostos a uma gama de problemas. Por exemplo, um dos 10 centros falhou para alternar para geradores reserva antes de esgotar a energia que poderia ser fornecida pela fonte de alimentação uninterruptible fornecer unidades (UPS). AWS utiliza “controlar aviões” para interruptor permitem que os usuários a recursos em uma região diferente, e este componente de software também falhou.

O processo de arranque estava com defeito e estendido o tempo necessário para reiniciar o Elastic Compute Cloud (EC2) e serviços de armazenamento de bloco elástico (EBS). Outro problema crítico foi um bug em elástico Load Balancing (ELB), que é usado para rotear o tráfego para servidores com capacidade disponível. Um inseto semelhante afetou o processo de recuperação de serviço do banco de dados relacional (RDS). Este evento trouxe a luz “ocultos” problemas que ocorrem apenas em circunstâncias especiais.

Pedaços de nuvem


Um provedor de aplicação de nuvem, um provedor de armazenamento de nuvem e um provedor de rede poderiam implementar políticas diferentes. As imprevisíveis interações entre o balanceamento de carga e outros mecanismos reativos podem provocar instabilidades dinâmicas. O acoplamento não intencional de controladores independentes que gerenciar a carga, consumo de energia e elementos da infra-estrutura pode levar a indesejável feedback e instabilidade similar aos experimentados pela política de roteamento na Internet Border Gateway Protocol (BGP).
Por exemplo, o balanceador de carga de um provedor de aplicativos poderia interagir com o otimizador de poder do provedor de infra-estrutura. Alguns destes acoplamentos só podem manifestar-se sob condições extremas e podem ser muito difícil de detectar sob condições operacionais normais. Quando o sistema tenta se recuperar de uma falha do disco, como no caso da paralisação AWS 2012 podem ter conseqüências desastrosas.

Recursos em data centers localizados em diferentes áreas geográficas de cluster é um dos meios utilizados para reduzir a probabilidade de falhas catastróficas. Esta dispersão geográfica dos recursos pode ter efeitos colaterais positivos adicionais. Pode reduzir os custos de energia e tráfego de comunicação despachando os cálculos para locais onde a energia elétrica é mais barata. Também pode melhorar o desempenho com uma estratégia de balanceamento de carga inteligente e eficiente.

No estabelecimento de uma infra-estrutura em nuvem, você tem que equilibrar cuidadosamente os objectivos do sistema tais como maximizar taxa de transferência, utilização de recursos e benefícios financeiros com as necessidades do usuário tais como baixo custo e tempo de resposta e disponibilidade máxima. O preço a pagar por qualquer otimização do sistema é o sistema de maior complexidade. Por exemplo, a latência de comunicação em uma rede de área ampla (WAN) é consideravelmente maior do que a mais de uma rede de área local (LAN) e requer o desenvolvimento de novos algoritmos para tomada de decisão global.

Desafios de nuvem


Cloud computing herda alguns dos desafios da paralela e computação distribuída. Também enfrenta muitos desafios principais do seus próprios. Os desafios específicos são diferentes para os modelos de entrega de três nuvens, mas em todos os casos as dificuldades são criadas pela própria natureza de utility computing, que é baseado no compartilhamento de recursos e virtualização de recursos e exige um modelo diferente de confiança que o modelo centrado no usuário onipresente que tem sido o padrão por um longo tempo.
O desafio mais importante é a segurança. Ganhar a confiança de uma base de usuários grande é fundamental para o futuro da nuvem de computação. É irrealista esperar que uma nuvem pública irá fornecer um ambiente adequado para todas as aplicações. Aplicações altamente sensíveis relacionados à gestão de infra-estruturas críticas, aplicações de saúde e outros mais provável serão presentados por nuvens privadas.

Muitas aplicações em tempo real provavelmente ainda vão ser confinadas para nuvens privadas. Alguns aplicativos podem ser melhor servidos por uma configuração de nuvem híbrida. Tais aplicações podem manter os dados confidenciais em uma nuvem privada e usar uma nuvem pública para alguns do processamento.

O modelo Software como serviço (SaaS) enfrenta desafios semelhantes como outros serviços on-line necessários para proteger as informações privadas, tais como financeira ou de serviços de saúde. Neste caso, um usuário interage com serviços de nuvem, através de uma interface bem definida. Em princípio, portanto, é menos desafiador para o provedor de serviços fechar alguns dos canais de ataque.

Ainda assim, tais serviços são vulneráveis a ataques DoS e insiders maliciosos. Dados no armazenamento são mais vulneráveis a ataques, então, dedicar atenção especial para proteger servidores de armazenamento. A replicação de dados necessária para assegurar a continuidade do serviço em caso de falha do sistema de armazenamento aumenta a vulnerabilidade. Criptografia de dados pode proteger os dados no armazenamento, mas eventualmente os dados devem ser descriptografados para processamento. Então ele é exposto para atacar.

A infra-estrutura como um serviço (IaaS) modelo é de longe o mais desafiador para defender contra ataques. De fato, um usuário de IaaS tem muito mais liberdade do que os outros modelos de entrega dois nuvem. Uma fonte adicional de preocupação é que os recursos da nuvem considerável podem ser usados para iniciar ataques contra a rede e a infra-estrutura de computação.

A virtualização é uma opção de projeto crítica para este modelo, mas ele expõe o sistema para novas fontes de ataque. O confiável computing base (TCB) de um ambiente virtual inclui não só o hardware e o hipervisor, mas também a gestão do sistema operacional. Você pode salvar todo o estado de uma máquina virtual (VM) para um arquivo para permitir a migração e recuperação, ambas as operações altamente desejáveis.

Ainda esta possibilidade desafia as estratégias para trazer os servidores pertencentes a uma organização para um estado estável e desejável. Com efeito, uma VM infectada pode ficar inativa, quando os sistemas são limpos. Então ele pode acordar mais tarde e infectar outros sistemas. Este é outro exemplo do profundo entrelaçamento dos efeitos desejáveis e indesejáveis de tecnologias de computação em nuvem básico.

O próximo grande desafio está relacionado ao gerenciamento de recursos em uma nuvem. Qualquer estratégia de gerenciamento de recurso sistemático (ao invés de ad-hoc) requer a existência de controladores encarregado de implementar várias classes de políticas: controle de admissão, a alocação de capacidade, carregar balanceamento, otimização energética e, por último mas não menos importante, garante o fornecimento de qualidade de serviço (QoS).

Para implementar estas políticas, os controladores precisam de informações precisas sobre o estado global do sistema. Determinando o estado de um sistema complexo com 106 servidores ou mais, distribuída sobre uma grande área geográfica, não é viável. Com efeito, o external carregar, bem como o estado dos recursos individuais, alterações muito rapidamente. Assim, os controladores devem ser capazes de funcionar com conhecimento incompleto ou aproximado do estado do sistema.

Parece razoável esperar que tal sistema complexo pode única função com base em princípios de autogestão. Mas, autogestão e auto-organização elevar a fasquia para a aplicação do log e auditoria de processos críticos para a segurança e a confiança em um provedor de serviços de computação em nuvem.

Sob autogestão torna-se quase impossível identificar as razões que uma determinada ação que resultou em uma falha de segurança foi tomada.

O último grande desafio que vou abordar está relacionado com a interoperabilidade e padronização. Vendor lock-in — provedor de serviços o fato de que um usuário está vinculado a uma determinada nuvem — é uma grande preocupação para os usuários da nuvem. Padronização apoiaria a interoperabilidade e, assim, aliviar os receios de que um serviço crítico para uma organização de grande porte pode não estar disponível por um período prolongado de tempo.

A imposição de normas cada vez quando ainda está em desenvolvimento uma tecnologia é desafiador, e pode ser contraproducente porque isso pode sufocar a inovação. É importante perceber a complexidade dos problemas colocados pela computação em nuvem e de compreender a ampla gama de problemas técnicos e sociais nuvem computação levanta. O esforço para migrar a atividades de ti para nuvens públicas e privadas terão um efeito duradouro.

FONTE : http://www.securityhacker.org

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Software livre pode ser alternativa para evitar espionagem eletrônica, avalia diretor do Serpro

BRASÍLIA (Agência Brasil) – A utilização de softwares livres, ou seja, programas de Internet com códigos abertos, que podem ser copiados e modificados por qualquer pessoa, pode ser uma opção para evitar problemas de espionagem como os que foram denunciados recentemente. A avaliação é do diretor-presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Marcos Mazoni.

“O mundo do software livre é uma belíssima resposta a tudo isso que está acontecendo no mundo hoje. Se nós trabalhamos com códigos fechados, que não nos permitem saber o que estão fazendo, é muito mais propício a uma decisão desse fornecedor se vai nos espionar ou não. No mundo do software livre, a decisão passa para nós, muda de lado, passa para o mundo do usuário”, explica. Mazoni lembra que a implementação do software livre em plataformas de governos sempre teve como foco aumentar a segurança dos dados dos países.






PORTABILIDADE, ESPIONAGEM E OUTRAS QUESTÕES SERÃO DEBATIDAS EM EVENTO

Para debater essas e outras questões, o Serpro promove, de 13 a 15 de agosto, a sexta edição do Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico (Consegi), em Brasília. O tema deste ano é Portabilidade, Colaboração e Integração. “São temas muito atuais: estamos trabalhando com a lógica de que o mundo da tecnologia vai ter que suportar mobilidade, rede social, grandes quantidades de informações”, disse Mazoni.

O evento terá 50 oficinas e 150 palestras, com a participação de representantes de diversos países, entre agentes públicos, movimentos sociais, hackativistas, pesquisadores e estudantes para debater tecnologias que podem ampliar o acesso
à informação e agilizar a prestação de serviços públicos.

O Consegi também irá prestar uma homenagem ao ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela. “Especialmente pela questão do respeito à individualidade e às diferenças. Associando a tecnologia à razão mais importante do ser humano que é o respeito. E colaboração só acontece com respeito”, diz Mazoni.

No ano passado, o evento reuniu cerca de 5 mil participantes, e a expectativa é que esse número se amplie para até 6 mil participantes neste ano. O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas pelo site da organização. Entre as oficinas oferecidas estão edição de músicas e vídeos ou criação de aplicativos móveis e robôs com softwares livres.

FONTE : jornalistasdaweb.com.br

quinta-feira, 28 de março de 2013

Entenda o ataque que quase derrubou a internet nesta semana


O ataque que quase paralisou a internet revelou uma nova tática dos criminosos. Em vez de atacar diretamente o alvo, eles miraram a infraestrutura da rede.

São Paulo — O maior ataque cibernético da história da internet parece ter dado uma trégua na tarde de quarta-feira, depois de deixar a rede lenta em muitos países. Mas especialistas alertam que agressões ainda mais intensas podem acontecer e paralisar partes da internet no mundo.

Esse ataque marcou a inauguração de uma nova tática. Em vez de mirar diretamente seu alvo, os criminosos alvejaram a infraestrutura da rede, o que aumentou muito a intensidade da agressão. O episódio fez acender o sinal amarelo para muitas empresas que operam serviços de datacenter e de telecomunicações. A dificuldade em combater esse tipo de agressão e identificar os responsáveis mostra que não é fácil evitar esse tipo de problema.

O ataque começou tendo como alvo uma empresa europeia de combate ao spam, a Spamhaus. Mas acabou se multiplicando e afetando até serviços populares, como a Netflix. Na Europa, ele causou lentidão no acesso à rede para milhões de usuários.

Não se sabe, com certeza, quem está por trás desses ataques. A Spamhaus mantém listas atualizadas de servidores que enviam spam. Essas listas são vendidas a produtores de software de segurança e a provedores da internet. São usadas pelos programas antispam para filtrar os e-mails. A empresa, é claro, é odiado pelos spammers. 

Nas últimas semanas, houve uma briga entre a Spamhaus e a companhia de serviços de datacenter holandesa CyberBunk, que acusa a Spamhaus de tê-la incluído indevidamente na lista de spammers. A Spamhaus, por sua vez, diz que a CyberBunk está por trás dos ataques, mas não há provas disso.

"Maior ciberataque da História" deixa internet lenta em todo o mundo




Briga entre grupo que luta contra o avanço do spam e empresa que abriga sites causou ataques que atingiram a estrutura central da rede

A internet ficou mais lenta ao redor do mundo nesta quarta-feira devido ao que especialistas em segurança chamaram de maior ciberataque da História. Uma briga entre um grupo que luta contra o avanço do spam e uma empresa que abriga sites deflagrou ataques cibernéticos que atingiram a estrutura central da rede.

O episódio teve impacto em serviços como o Netflix - e especialistas temem que possa causar problemas em bancos e serviços de e-mail. Cinco polícias nacionais de combate a crimes cibernéticos estão investigando os ataques.


O grupo Spamhaus, que tem bases em Londres e Genebra, é uma organização sem fins lucrativos que tenta ajudar provedores de email a filtrar spams e outros conteúdos indesejados. Para conseguir seu objetivo, o grupo mantém uma lista de endereços que devem ser bloqueados - uma base de dados de servidores conhecidos por serem usados para fins escusos na internet.

Recentemente, o Spamhaus bloqueou servidores mantidos pelo Cyberbunker, uma empresa holandesa que abriga sites de qualquer natureza, com qualquer conteúdo - à exceção de pornografia ou material relacionado a terrorismo.

Sven Olaf Kamphuis, que diz ser um porta-voz da Cyberbynker, disse em mensagem que o Spamhaus estava abusando de seu poder, e não deveria ser autorizado a decidir "o que acontece e o que nao acontece na internet".

O Spamhaus acusa a Cyberbunker de estar por trás dos ataques, em cooperação com "gangues criminosas" do Leste da Europa e da Rússia. A Cyberbunker não respondeu à BBC quando contactada de forma direta.

"Trabalho imenso"

Steve Linford, executivo-chefe do Spamhaus, disse à BBC que a escala do ataque não tem precedentes. "Estamos sofrendo este ciberataque por ao menos uma semana". "Mas estamos funcionando, não conseguiram nos derrubar. Nosso engenheiros estão fazendo um trabalho imenso em manter-nos de pe. Este tipo de ataque derruba praticamente qualquer coisa".

Linford disse à BBC que o ataque estava sendo investigado por cinco polícias cibernéticas no mundo, mas afirmou que não poderia dar mais detalhes, já que as polícias envolvidas temem se alvos de ataques também.

Os autores da ofensiva usaram uma tática conhecida como Ataque Distruibuído de Negação de Serviço (DDoS, na sigla em inglês), que inunda o alvo com enormes quantidades de tráfego, em uma tentativa de deixá-lo inacessível. Os servidores do Spamhaus foram escolhidos como alvo.

Linford disse ainda que o poder do ataque é grande o suficiente para derrubar uma estrutura de internet governamental.

Fonte : noticias.terra.com.br

domingo, 27 de janeiro de 2013

5 coisas que o Google não conta para você

(Fonte da imagem: Shutterstock)
Nem todas as informações sobre uma empresa são de conhecimento do público. Muitas vezes, por razões comerciais, divulgar algum dado confidencial pode fazer com que as ações de uma companhia caiam e, além disso, outras empresas podem acabar indo na onda adotando políticas semelhantes.

O site Market Watch publicou nesta semana um artigo em que lista algumas informações sobre a Google que talvez você até já saiba, mas que com certeza nunca verá nas propagandas da empresa. Afinal, não é do interesse dele que esse tipo de informação acaba se tornando muito popular.

Eles sabem o que você faz na internet


Você já deve saber que, quando está logado com uma conta do Google, todos os seus dados de navegação são coletados e, a partir do seu comportamento, a empresa consegue retornar anúncios publicitários mais adequados ao seu perfil. Mas como isso exatamente acontece? Ninguém sabe.

Os algoritmos usados para essa finalidade, bem como a maneira como os dados são cruzados, são tratados como “segredo de Estado” pela companhia. Sim, você pode optar por não participar das pesquisas, mas encontrar as opções de desvinculação nem sempre é uma tarefa simples e muito sequer imaginam que isso é possível.


Eles estão muito preocupados com os vírus


“O Android é o Velho Oeste dos aplicativos”. A frase é de Nick Holland, analista do Yankee Group. Segundo ele, a “terra sem lei” em que os apps podem se propagar sem muito controle pode fazer com quem, no futuro, o Android se torne um verdadeiro paraíso para os hackers.

A maioria dos usuários ainda dispensa o uso de um antivírus no smartphone e é justamente aí que reside o problema. Por outro lado, a Google não faz questão alguma de incentivar o uso de aplicativos do gênero, uma vez que isso poderia denotar uma sensação de que o Android é um SO inseguro.

Eles pretendem controlar a sua opinião

Imagine que você entra em uma livraria de um shopping e, dentro dela, ao lados dos livros, várias pessoas estão ali dizendo se gostaram ou não da publicação — ainda que não tenham lido o livro. É mais ou menos assim que funciona o sistema de comentários sobre um produto. Muitas vezes, as informações dos consumidores podem ser determinantes para que você compre ou não alguma coisa.

Mas e quando esses comentários são negativos? Um estudo realizado pela Forrester Research revelou que o livro “Jogos Vorazes” é mais bem avaliado no site da Amazon do que na loja da Google. A consequência disso é que o índice de compras no site da empresa de Jeff Bezos é maior do que na BookStore da Google. A empresa não está satisfeita com esse tipo de comportamento e estuda um jeito de selecionar melhor os comentários que exibe.


O Google Books está ficando para trás

As vendas de livros digitais estão crescendo em todos os países, em especial nos Estados Unidos. Entretanto, a maior beneficiada nesse novo cenário é a Amazon, que tem visto as suas vendas aumentarem exponencialmente, o que não acontece no mesmo ritmo na loja da Google.

O que acontece é que, ao menos nos EUA, as pessoas já criaram o hábito de associar a Amazon com livros digitais. Muitos consumidores sequer sabem da existência de uma Book Store do Google e, por conta disso, esse é um mercado em que a Google está muito longe em se tornar uma referência.

Escritórios legais são uma verdadeira armadilha

As fotos dos escritórios da Google impressionam qualquer um. Decoração atraente, alimentação e muitas áreas de lazer. Além disso, benefícios não faltam na folha de pagamento. Quem não gostaria de ter um emprego como esse, não é mesmo? Contudo, tantas regalias podem ter um alto preço.

Segundo alguns especialistas em relações de trabalho, ambientes como esse estimulam os funcionários a passarem mais tempo em função das suas atividades. A jornada de 8 horas diárias, por exemplo, acaba se misturando com o tempo de lazer e, no final das contas, a Google conta com uma legião de pessoas respirando trabalho muitas vezes mais de 16 horas por dia, o que a longo prazo pode não ser saudável.

Fonte : TecMundo.com.br











segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Operação de ciberspionagem atinge quase 40 países, inclusive Brasil


Pesquisadores de segurança anunciaram nesta segunda (14) a descoberta uma rede global de ciberespionagem atuando contra centenas de organizações diplomáticas, governamentais e científicas em quase 40 países, incluindo o Brasil - onde pelos menos quatro sistemas foram infectados.

A megaoperação foi chamada de Operação Outubro Vermelho (em homenagem ao filme "Caçada ao Outubro Vermelho") pelos experts da Kaspersky Lab, responsáveis pela descoberta. Segundo a empresa, ela está em ação desde 2007. O esquema utiliza mais de 1 000 módulos distintos, customizados para alvos específicos. Esses componentes são direcionados para alvos como PCs individuais, equipamentos de rede da Cisco, smartphones e até pendrives.

De acordo com os experts, a operação também utiliza um complexo sistema de servidores de comando e controle (C&C), semelhante ao utilizado pelo malware Flame, que espionou o Irã. Os atacantes criaram mais de 60 domínios e usaram vários hosts em diferentes países, principalmente Rússia e Alemanha. 

"É um exemplo incrível de uma campanha de espionagem no ar há anos", escreveu o pesquisador Kurt Baumgartner, da Kaspersky. "Nunca vimos esse nível de individualização dos ataques".

Clique na Imagem para ampliar

A empresa diz que o principal objetivo da Outubro Vermelho é coletar informações secretas e geopolíticas - de empresas e governos. 

Ainda não se sabe quem está por trás da operação. Embora os autores do malware sejam russos (o principal idioma nos códigos principais), muitos dos exploits foram desenvolvidos na China.

O esquema utiliza códigos que atacam falhas no Word e Excel. Os atacantes enviavam e-mails individualizados, que contaminavam o sistema silenciosamente.

Na lista dos países atingidos, a Federação Russa aparece em primeiro, seguida pelo Cazaquistão, Azerbaijão, Bélgica, Índia, Afeganistão, Armênia e Irã. Ao todo, máquinas de 39 países, Brasil incluído, foram contaminadas.

A infraestrutura de espionagem é complexa. Os servidores C&C primários enviam os dados roubados para uma segunda camada de servidores, que os mandam para uma máquina central - sobre a qual ainda não se sabe nada. Segundo a Kaspersky, a habilidade dos controladores em esconder a identidade é parecida com a dos criadores do Flame - vírus que teria sido desenvolvido nos EUA e Israel para espionar o Irã.

"A operação Outubro Vermelha está em operação há pelo menos 5 anos, sem ser detectada", escreveu Baumgartner.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Menino de 9 anos vira Engenheiro de Software


Um menino macedônio de apenas 9 anos de idade é um gênio da computação. Marko Calasan recebeu, com apenas 06 anos, uma certificação da Microsoft como Administrador de Sistemas e agora se certificou como Engenheiro de Sistemas.

Marko disse em entrevista ao site CNET.com que não joga games de computador porque não há nada sério nisso. “Se eu quiser brincar, eu saio de casa e encontro meus amigos“, afirma. A computação é mais que um hobbie para o menino: ele passa cerca de quatro horas por dia na frente de uma máquina, mas algumas vezes fica mais de 10 horas.



O menino prodígio já trabalha como administrador de sistemas em uma ONG onde trabalha com pessoas deficientes e tem seu próprio laboratório de computadores. O luga, conta com apenas 15 computadores fornecidos pelo ministério da educação de seu país. Marko ensina crianças de 8 a 11 anos a usarem ferramentas básicas do computador. Seu talento é tão reconhecido que ele tem autorização governamental para faltar às vezes à escola.

O próximo passo de Marko é encontrar uma maneira de transmitir sinais televisivos de alta definição por uma rede DSL normal sem ter problemas na imagem. Para ajudá-lo, uma companhia de telecomunicações concedeu a ele uma conexão direta com sua rede principal. Ele também fará uma apresentação na feira de eletrônicos CeBIT, que acontecerá neste ano em Hanôver, na Alemanha.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Entenda como funcionarão as medições da qualidade da banda larga


Pelas metas de qualidade que entraram em vigor hoje, as prestadoras deverão garantir mensalmente, em média, 60% da velocidade contratada pelos usuários

Tiveram início hoje, em todo o País, as medições das metas de qualidade da banda larga fixa e da banda larga móvel, em cumprimento às resoluções 574/2011 e 575/2011 da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Os primeiros resultados devem ser divulgados pela Agência em dezembro deste ano. A partir desses dados, a Anatel reunirá informações para a adoção de medidas que permitam a progressiva melhoria do serviço.

Pelas metas estabelecidas nos regulamentos de Gestão da Qualidade dos serviços de Comunicação Multimídia (banda larga fixa) e Móvel Pessoal (banda larga móvel), as prestadoras deverão garantir mensalmente, em média, 60% da velocidade contratada pelos usuários. Em outras palavras, na contratação de um plano de 10Mbps, a média mensal de velocidade deve ser de, no mínimo, 6Mbps. A velocidade instantânea - aquela aferida pontualmente em uma medição - deve ser de, no mínimo, 20% do contratado, ou seja, 2Mbps. Com isso, caso a prestadora entregue apenas 20% da velocidade contratada por vários dias, terá de, no restante do mês, entregar uma velocidade alta ao usuário para atingir a meta mensal de 60%.

Esses percentuais valem até novembro de 2013, quando serão ampliados conforme detalhado na tabela abaixo.


PrazoTaxa de Transmissão Média (download e upload)Taxa de Transmissão Instantânea (download e upload)
A partir de novembro de 201260% da taxa de transmissão máxima contratada20% da taxa de transmissão máxima contratada pelo usuário
A partir de novembro de 201370% da taxa de transmissão máxima contratada30% da taxa de transmissão máxima contratada pelo usuário
A partir de novembro de 201480% da taxa de transmissão máxima contratada40% da taxa de transmissão máxima contratada pelo assinante
O esquema abaixo apresenta outros aspectos sobre as medições na banda larga fixa e na banda larga móvel.


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Velocidade da banda larga não poderá ser menor do que 20% da contratada pelo usuário decreta Anatel


Controle de qualidade dos serviços de banda larga é aferido com base em gráficos como este



BRASÍLIA e RIO – Já valem a partir de hoje as novas regras de qualidade da internet fixa estabelecidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). As empresas são obrigadas a oferecer uma velocidade mínima de internet. Os consumidores poderão exigir uma “velocidade instantânea” de banda larga, que não poderá ser inferior a 20% da contratada pelo usuário em 95% das medições realizadas. Até agora, as empresas não tinham qualquer obrigação: o usuário contratava 1MB de velocidade, mas não necessariamente recebia isso. No primeiro ano, a velocidade instantânea será de 20%. Nos 12 meses seguintes, de 30% e, depois, de 40%.

As empresas também ficam obrigadas a ter uma “velocidade média” para a banda larga fixa. Ela é o resultado da média de todas as medições realizadas no mês. A meta é de 60% nos 12 primeiros meses. A partir de novembro de 2013, será de 70%, e após novembro de 2014, de 80%. Para o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, este é um passo muito importante na garantia dos direitos dos usuários:
— Os consumidores vão poder começar a reclamar com dados concretos.
As empresas tiveram um ano para adaptar seus equipamentos às novas regras de qualidade da Anatel estabelecidas no Regulamento de Gestão da Qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia. Aquelas que não cumprirem essas metas poderão ser punidas pela agência. No Brasil, 43% dos usuários de internet fixa utilizam até 2MB por segundo e 57%, acima.

Voluntários vão medir desempenho

O Ministério das Comunicações e a Anatel anunciaram em agosto o projeto de medição da qualidade da banda larga fixa no Brasil, também prevista no regulamento, que permitirá verificar se as empresas estão cumprindo as novas regras. Há hoje no país cerca de 19,4 milhões de acessos de banda larga fixa. Para essa aferição, estão sendo recrutados 12 mil voluntários em todo o país, uma amostragem de 0,06% do total. A expectativa do governo é que o usuário escolha a empresa que oferecer a maior velocidade. O primeiro balanço das medições será divulgado em 31 de dezembro. A partir daí, a Anatel fará a sua fiscalização. Serão acompanhadas as empresas Oi, Net, Telefonica Data, Ajato, GVT, Embratel, Sercomtel, Vivo, Cabo Telecom, e a CTBC Telecom, que têm acima de 50 mil clientes.
Os voluntários também receberão relatórios mensais com dados sobre a qualidade do serviço em sua residência ou empresa. A ideia é, a cada ano, trocar 25% dos voluntários, de forma que a agência tenha uma ampla visão do desempenho das empresas.
Os usuários já estão recebendo um whitebox (aparelho que ficará conectado ao roteador), que vai medir a velocidade de envio e recebimento dos dados — arquivos, e-mails, fotos etc. A tecnologia de fiscalização on-line já é utilizada em mais de 30 países, incluindo EUA e Reino Unido. Caberá à Entidade Aferidora da Qualidade (EAQ), de responsabilidade das prestadoras de internet, receber e analisar os dados.
Os primeiros a receber os equipamentos foram os voluntários de Rio, São Paulo e Minas Gerais. Os medidores também já estão sendo distribuídos em Goiás, Distrito Federal, Pernambuco, Ceará, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.
Veridiana Alimonti, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), considera que 20% é um percentual muito pequeno para ser o mínimo obrigatório de velocidade da banda larga a ser entregue. Mas ela ressalta que foi muito difícil chegar a esse percentual. As empresas alegavam ser complicado garantir uma velocidade média, já que esse serviço sofre muitas interferências. Mesmo após muitas negociações com a Anatel, a Oi entrou na Justiça pedindo a anulação da regra.
— Houve muita pressão da sociedade para que a Anatel cobrasse das empresas informações claras sobre o que estavam entregando, pois a publicidade prometia uma velocidade alta e um serviço ininterrupto, o que na realidade não acontece — explica Veridiana.

Consumidor teria direito a desconto

A advogada do Idec observa ainda que, mais importante que a velocidade mínima entregue, é a velocidade média, para que o consumidor compare os preços cobrados pelas empresas, a fim de escolher uma operadora. E alerta:
— Se o que for informado na publicidade e na oferta do serviço não for cumprido, o consumidor tem direito ao abatimento proporcional.
Segundo Veridiana, se o consumidor não receber nem do mínimo de 20%, seria o caso até de romper o contrato.
No Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) da Secretaria Nacional do Consumidor, entre 2009 e 2011, os serviços de internet responderam por 7,66% do total de reclamações. As principais queixas foram cobrança indevida e abusiva (37.9%), rescisão ou alteração unilateral do contrato (15,69%) e não cumprimento da oferta (9,82%).

Senado aprova lei 'Carolina Dieckman' que prevê punições contra cibercrimes


O plenário do Senado aprovou hoje (31) o chamado Projeto de Crimes Cibernéticos ( PLC 35/2012), que altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/1940) e tipifica os crimes praticados por meios eletrônicos e pela internet. O PL, que ficou conhecido na mídia como Lei Carolina Dieckman, trata de temas como a invasão de computadores, o roubo de senhas e de conteúdos de e-mails, a derrubada proposital de sites, entre outros.

As penas variam de três meses a dois anos de prisão, a depender da gravidade do caso, como no caso de invasão conteúdo de “comunicações eletrônicas privadas, segredos comerciais ou industriais, informações sigilosas” podem ter pena de três meses a dois anos de prisão, além de multa e  a divulgação, comercialização ou transmissão a terceiros, por meio de venda ou repasse gratuito, do material obtido com a invasão. Os culpados podem ter a pena aumentada se tiverem agravantes como obter benefícios financeiros ou invadir dados de autoridades como o presidente da República ou de um dos Poderes.

A venda de programas ou dispositivos que facilitem a invasão de computadores ou locais privados na internet, como e-mails, também configura agravante que pode aumentar a pena final. A ideia é garantir o máximo de tipificação para práticas danosas por meios eletrônicos que até hoje não configuravam crimes.

Os crimes menos graves, como “invasão de dispositivo informático”, podem ser punidos com prisão de três meses a um ano, além de multa.

O projeto havia sido aprovado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado em agosto mas, por falta de consenso, só agora foi a votação em Plenário. Como recebeu emendas no Senado, segue para revisão da Câmara dos Deputados, onde foi criado por deputados do PT como alternativa ao chamado PL do Azeredo.

A falta de consenso para aprovação do PLC 35/2012 no Senado teve mais a ver com forma do que com conteúdo. Os senadores reconheciam a importância de se criar no Código Penal a figura do crime cibernético, mas alguns parlamentares defendiam que a mudança na lei deveria fazer parte do projeto de revisão do Código Penal (PLS 236/2012), em análise na Casa, e não constar de uma proposta específica.

A preocupação dos membros da comissão especial que analisa a proposta do novo Código Penal era de que, com a votação de projetos isolados, a proposta de reforma ficasse esvaziada.

O argumento para dar aos crimes cibernéticos tratamento distinto das demais mudanças a serem feitas no Código Penal é de que, neste caso, há grande urgência. A população, segundo os senadores favoráveis ao projeto, não pode mais continuar desprotegida devido a uma lacuna na legislação.

Link com as Leis originais : http://www.senado.gov.br/atividade/materia/getPDF.asp?t=113982&tp=1

domingo, 7 de outubro de 2012

Hackers conseguem invadir urna eletrônica


Brasília – Um grupo de quatro especialistas da Universidade de Brasília (UnB) encontrou uma lacuna na segurança das urnas eletrônicas, em teste promovido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os pesquisadores do Centro de Informática e do Departamento de Computação da UnB conseguiram decifrar códigos da urna e identificaram a ordem dos votos registrados no equipamento. Se o mesmo grupo tivesse em mãos os nomes dos eleitores que votaram na urna, em ordem cronológica, poderia indicar quem votou em que candidato.


Com a descoberta, o TSE foi obrigado a criar novos obstáculos para impedir que os dados da urna possam ser descriptografados. O mesmo grupo da UnB terá uma nova chance para desvendar o mistério. Para alcançar seu objetivo, os profissionais puderam visualizar por um curto período de tempo o código-fonte – a tradução do algoritmo -, que fica guardado no cofre do tribunal. O chefe do grupo, Diego de Freitas Aranha, professor do Departamento de Computação da UnB, disse que é impossível saber se conseguiriam quebrar o segredo caso não tivessem acesso à informação privilegiada.

- Isso facilitou a execução do teste. Nós conseguimos recuperar os votos em ordem, numa totalidade de 99,99%. O que isso significa? De posse dos votos, em ordem, e de uma lista de eleitores que precisa ser obtida de uma outra forma, em ordem, é possível você fazer a correspondência. Esse é o resultado do nosso teste – explicou Aranha.

A urna investigada estava carregada com a média de votos digitados, por equipamento, nas eleições gerais de 2010. O mesmo grupo demonstrou ao TSE como desembaralhou os votos e foi obrigado a apontar sugestões para fechar a porta do sistema.

- Faz parte do protocolo do teste os investigadores sugerirem alterações, correções, reparos. Se nossas sugestões forem adotadas, não deveria haver risco – completou o especialista.

O perito da Polícia Federal (PF) Thiago Cavalcante, que também participou do teste, reforçou que a ação dos colegas apontou uma vulnerabilidade no sistema. Mas pondera que o processo eleitoral tem uma série de etapas não relacionadas entre si, o que dificultaria, em tese, a quebra do sigilo.

- Por isso, o teste é bem-vindo. Justamente para corrigir problemas antes da eleição – afirmou o perito da PF.

Além da quebra do sigilo dos votos, outros grupos de hackers trabalharam, no mesmo teste, para fraudar as eleições, mas nenhum obteve êxito. Este foi o segundo “ataque” com especialistas em computação, que transformaram a urna em alvo eletrônico. Em 2009, outro pesquisador, com um rádio de pilha a cinco centímetros de distância do equipamento, venceu a disputa promovida pelo TSE. Ele distinguiu as ondas eletromagnéticas dos números 1 e 2. Um dos técnicos que supervisionaram o teste admitiu que os vencedores deste ano foram muito além.

O secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, informou que a descoberta, por si, garantiu o sucesso do teste, que durou seis dias. Ele informou que já providenciou o “reforço da rotina do algoritmo”, aumentando a complexidade da operação.

- A urna continua segura. Esta é uma iniciativa inédita no mundo, e o teste demonstra a competência da equipe. Assim que os ajustes estiverem concluídos, esse mesmo grupo será chamado para repetir o teste – assegurou Janino.

sábado, 6 de outubro de 2012

Como os eventos esportivos que o Brasil vai recepcionar impactam o setor de TI




A Copa do Mundo de 2014, que será sediada pelo Brasil, está sendo vista como um momento sublime e imperdível para grande maioria da população brasileira. Os jogos Olímpicos de 2016, igualmente sediados pelo Brasil, também têm seu apelo, mas não chega a ter a expectativa de parar o País, assim como o evento de futebol. Mas é certo que os dois eventos tem tudo a ver com nossas raízes, que desfruta ao máximo suas festas tradicionais como o Carnaval e outras mais regionais. Nestes momentos, os brasileiros exaltam seu lado patriota com muita intensidade.

Além da festa, estes dois grandes acontecimentos trarão ao País grandes oportunidades de negócios e um ‘boom’ em vários setores, considerando a movimentação tanto do governo quanto da iniciativa privada. Já estamos vivenciando a construção ou reforma de grandes estádios, que devem se tornar verdadeiras ‘arenas’, nas quais poderemos usufruir deste espaço – pós Copa e Olimpíadas – em eventos de entretenimento, como shows, formaturas, encontros religiosos, entre outros.

Também veremos a indústria hoteleira aprimorando sua infraestrutura para melhorar o atendimento a seus clientes; da mesma forma, teremos obras em aeroportos e investimento em Telecom, para que as emissoras de TV façam a comunicação em geral, satisfazendo tanto os brasileiros quanto o resto do mundo com excelentes transmissões. Estes investimentos criarão condições de trabalho para todos os profissionais envolvidos nos eventos.

Ainda haverá uma avalanche de verbas de publicidade aplicadas em várias ações, talvez, sem precedentes até hoje no País. O setor de TI acompanhará toda esta movimentação, pois em qualquer um destes locais existe a necessidade de integração de tecnologias de ponta.

Recentemente li um estudo, realizado pela Associação Brasileira de Empresas de TIC (Brasscom), que previa investimentos para a realização da Copa do Mundo e da Olimpíada na ordem de R$ 57 bilhões, sendo que somente a área de TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) responderia por 10% do total, ou R$ 5,7 bilhões. Os valores correspondem à infraestrutura (estádios, mobilidade urbana, aeroportos e portos) das cidades-sede e aos gastos com a melhoria dos serviços (TIC, energia, hotelaria, saúde e segurança).

O investimento de R$ 5,7 bilhões está relacionado com as exigências da Fifa em relação à infraestrutura de TIC, como redes entre todos os locais, suporte a dados e áudio, serviços de voz, vídeo, streaming (transmissão de informação multimídia) e gestão dos sistemas e suporte. Isto tudo somente nas dependências diretas do evento, ou seja, sem considerar os hotéis, restaurantes e empresas de médio porte de outros segmentos que também estarão envolvidos nos eventos.

Com todas estas oportunidades, a cadeia de fornecimento de tecnologia – fabricante, distribuidor e revenda – terá que se preparar para atender às demandas, auxiliando ainda na criação de projetos tecnológicos mais adequados à cada situação. Os profissionais do setor precisam considerar nestes projetos tudo que pode ser oferecido depois do evento. Este é um ponto de grande relevância para o sucesso contínuo dos investimentos.

No meio de todos estes processos, ainda estamos vendo muitas obras atrasadas, e provavelmente teremos problemas como prazos de entrega encurtados, levando ao aumento de custos.

Diante do cenário, nosso grande desafio, enquanto fornecedores de tecnologia, será contribuir para que tudo esteja pronto nos prazos estabelecidos e, o que é mais importante, contribuir para a oferta de projetos inovadores, que permitam a estes locais serem melhores aproveitados após o evento, garantindo assim o retorno de seu investimento e os recursos necessários para sua manutenção.

Com a ajuda de todos, não corremos o risco de, lá para frente, vermos todo um esforço e investimento jogados no lixo, pelo mau aproveitamento das obras. A fase que compete ao mercado de TI para estes grandes eventos está se aproximando. Que tal nos prepararmos com a oferta de soluções de ponta para o setor e com a capacitação dos nossos profissionais? Com todo potencial que nós brasileiros temos, criativo ou de execução, esta Copa promete!

Fonte : profissionaisti

domingo, 16 de setembro de 2012

Microsoft descobre que PCs já saem de fábrica com vírus

Em meio a uma investigação sobre pirataria, a Microsoftdescobriu algo preocupante: computadores não só saem de fábrica com cópias falsificadas do Windowscomo, também, com vírus.

Pesquisadores da companhia encontraram o problema na China ao comprarem 20 máquinas novas em varejistas diferentes. Todas elas tinham versões piratas do sistema operacional e quatro delas vieram com vírus.

Um desses vírus, chamado Nitol, já foi visto também nos Estados Unidos, Rússia, Austrália e Alemanha, segundo o 
The Guardian. Todos esses computadores se tornam parte de uma botnet.

O caso foi revelado pela 
Microsoft na quinta-feira, 13, em uma corte federal em Virgínia, onde a companhia encabeça uma batalha contra o empresário chinês Peng Yong, dono de um domínio considerado como responsável pela maior central de atividades ilegais na internet, o 3322.org. Há mais de 500 tipos de malwares por lá.

A empresa foi à Justiça explicar a ligação entre Yong e o vírus, descoberta em uma investigação sobre pirataria iniciada em agosto de 2011 - foi quando as 20 máquinas foram compradas. Dentre todos os problemas, o que mais chamou a atenção dos pesquisadores foi a atividade do Nitol, que já veio ativo em um dos PCs.

"Assim que ligamos este computador, por sua conta própria e sem qualquer intervenção nossa, ele começou a pesquisar na internet, tentando se conectar com um computador desconhecido", contou em um documento Patrick Stratton, um gerente sênior da 
Microsoft para crimes digitais.

Ele e um colega perceberam que o Nitol é altamente contagioso: ao conectar um pendrive à máquina infectada, ele automaticamente foi contaminado e, quando ligado a outro PC, ele passou o vírus adiante.

Milhares de exemplos do vírus foram examinados, com diversas variáveis, e em todos os casos havia ligação com servidores associados ao 3322.org. Em 2008, a Kaspersky afirmou que 40% de todos os malwers do mundo tinham alguma relação com o domínio; no ano seguinte, a Zscaler reportou que a taxa era de 17%.