Invasão no Windows 8 através do Java Signed Applet

Este vulnerabilidade permite ao invasor obter qualquer dado de um computador como Windows 8, pois através de engenharia social como induzir os usuários.

Detecção de Intrusos com SNORT - Back|Track 5R3

Sistema de detecção de intrusão , nada mais é do que uma ferramenta capaz de identificar tentativas de invasão em tempo real.

Hackeando e obtendo informações de dispositivos Android

Uma técnica de "hackear" os dispositivos moveis com o sistema operacional Android. Vamos utilizar a ferramente já conhecida por alguns, o Metasploit.

Mostrando postagens com marcador anonymous. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Efeitos dos protestos online são mais duradouros

Protestos online podem ser mais impactantes que os físicos. Isso é o que afirma o analista de inteligência em ameaças na empresa de segurança RSA, Anchises Moraes. Segundo ele, em conversa com o site G1, os efeitos virtuais trazidos pelos chamados ciberativistas têm efeitos bem mais duradouros.

"No protesto físico, quebrou, conserta e tudo bem. Mas no protesto online se expõem os dados do dono do instituto (em alusão à invasão do Instituto Royal), do dono de uma escola ou do presidente de uma organização, de uma empresa, de um político... uma vez expostos, os dados estão pra sempre na internet."

Ainda de acordo com Moraes, muitas pessoas não sabem a quantidade de informações sobre si mesmas que está disponível na rede. Assim, indivíduos que muitas vezes são alvos de protestos e até mesmo terceiros ligados a essas pessoas acabam tendo dados como endereços e telefones pessoais divulgados livremente na internet.

São eventos separados?


O especialista acredita que os protestos online que vêm para acompanhar as manifestações físicas já viraram rotina e que a tendência é que eles ganhem cada vez mais força. Anchises afirma que esse é um fenômeno mundial – e que hoje em dia ambos se completam.

Efeitos dos protestos online são mais duradourosAtivistas durante invasão ao Instituto Royal (Fonte da imagem: Reprodução/UOL)

De acordo com ele, "quem está na rua usa as redes sociais pra divulgar o que está na rua, para fugir dos filtros da mídia, da censura, do controle da informação. Mas é comum que pessoas que não estejam participando fisicamente do protesto se aproveitem da comunicação nas redes sociais pra ajudar a divulgar, de certa forma, o protesto, porque muita gente não participa porque não quer, porque tem medo, ou porque não pode por morar em outra cidade, outro estado".

No entanto, como dito acima, a atuação online não fica somente na superação das barreiras de comunicação. Há também os "hacktivistas", pessoas responsáveis pelos atos mais radicais na rede, como a divulgação de informações e a derrubada de sites. Quanto à isso, Anchises Moraes não afirma se essas ações são legais ou ilegais, citando que trata-se de uma “fronteira dúbia”.

Segundo o especialista,“quando se está protestando, normalmente é contra uma situação dominante. Na perspectiva de uma parcela da população, você está fazendo a coisa certa, e, na de outra parcela, majoritária rigorosamente, você está agindo errado, porque está protestando contra o status quo".


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Google entra na briga por uma internet livre

A luta por uma internet livre no mundo ganha um forte aliado, o Google colocou em sua página inicial uma mensagem aos que querem uma internet livre em todo o mundo, com um link mencionando algumas informações importantes, inclusive o abaixo assinado para todos aqueles que são contra uma internet controlada.


O link contém várias informações, como de que a reunião que decidirá o futuro da liberdade na internet está de porta fechadas, apenas os governos terão acesso a essa reunião, incluindo países que são contra a liberdade na internet e apelam deixando a frase abaixo:
“Um mundo livre e aberto depende de uma Internet livre e aberta. Os governos por si sós não podem determinar o futuro da Internet. Os bilhões de pessoas em todo o mundo que usam a Internet, bem como os especialistas que a desenvolvem e a mantêm, devem ser incluídos.”
Uma imagem deixada na página informa uma hashtag #freeandopen “Livre e Aberto”.

Veja mais informações clicando neste link, que dá acesso direto a página mencionada na pagina inicial do Google.

FONTE : www.anonymousbrasil.com

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Megaupload esta prestes a voltar melhor do que antes!

Nesta quarta-feira (04/07) o fundador do Megaupload, Kim Doctom, afirmou que o site voltará ao ar maior, melhor mais rápido.  Além disso comemorou o fim dos projetos de lei que visam aumentar o controle do tráfego de dados na internet.

" 'SOPA está morto. PIPA está morto. ACTA está morto. MEGA vai voltar. Maior. Melhor. Mais rápido. Livre de taxas e preparado contra ataques. Evolução!', comentou Dotcom em sua mensagem. Entretanto, apesar de não informar quando isso de fato vai acontecer, alguns rumores ganharam força na rede, afirmando que o retorno aconteceria no próximo dia 9." Tecmundo.

Só nos resta aguardar se o site voltará mesmo ao ar e seu os antigos links serão recuperados ou não. Até então, esta são as informações que circulam na net.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Exclusivo: Anonymous! As vozes por trás dos atos

E teve muita gente por aí falando que daria de tudo para conseguir essa entrevista...
          Pois é, Os Apocalípticos conseguiram! Anonymous nos concedeu uma entrevista exclusiva que você confere agora em nosso blog.
          A conversa aconteceu durante a noite de segunda-feira, 18, e foi dirigida por mim, Fábia Sepêda, após entrarmos em contato com o twitter denominado @anonH4, célula hackativista dos Anonymous. Após vasculharem toda a vida do blog e de seus integrantes (e descobrirem mais do que eu mesma sei), eles toparam uma conversa que durou aproximadamente cinquenta minutos através de um programa de computador em que não era possível ver, apenas ouvir. Durante toda a conversa, eu apenas podia diferenciar quem falava pelo tom de voz, porém, em nenhum momento, o grupo se identificou ou respondeu perguntas que pudessem influenciar na descoberta de suas identidades.
            Para quem não soube, os #anonH4 assumiram a autoria dos ataques feitos a alguns sites de empresas no estado na noite de domingo, 17, em que o internauta, ao acessar a página, era redirecionado a uma outra, que continha um vídeo acusatório contra um dos atuais senadores do Pará. Uma das empresas atacadas informou que não prestará ocorrência, porém outras empresas afirmam que estão investigando o caso e que tudo será repassado à polícia para melhores investigações.
        Quando questionado sobre o que pensava dos métodos utilizados pelos Anonymous, o professor de História Rudysson Luis respondeu: "Vejo que é uma forma de expressar a opinião de pessoas preocupadas com a situação que a política paraense se encaminha. É claro, a medida tomada por esses Anonymous é criminosa, mas infelizmente aparenta ter sido a saída para chamar a atenção dos jovens futuros eleitores, principais utilizadores da informática como meio de se informar sobre inúmeros assuntos. E fica um pensamento esperançoso de que estes comecem a ser críticos e reivindiquem direitos como: saúde, saneamento, educação e indignação a corrupção."
            É fato que as opiniões se divergem quanto aos métodos utilizados pelos Anonymous e por isso, eles vêm esclarecer algumas perguntas a você.
              Mas quem são Anonymous e porque eles começam a se direcionar ao nosso estado do Pará? Esse é o fim ou apenas o começo dos ataques? Qual será o próximo alvo dos @anonH4?
             Perguntas essas que deixam qualquer um morrendo pelas respostas. Ficou curioso? Então dá só uma olhada nas respostas que os Anonymous concederam em uma entrevista exclusiva aos Apocalípticos:
                                                                       Edição: Fábia Sepêda
           Nota: Nós, Os Apocalípticos, queremos deixar bem claro aos nossos leitores que a entrevista concedida pelos #AnonH4 ao nosso blog é meramente informativa. Estamos cumprindo com o nosso papel de comunicadores. Não temos vínculos com nenhuma empresa de comunicação e nem com os Anonymous, não fazemos apologia aos seus atos e como vocês mesmos poderão conferir, foram os próprios #AnonH4 que resolveram nos dar a entrevista exclusiva.
               Confiram e tirem suas próprias conclusões Apocalípticas.
                                                                                                                            Texto de Fábia Sepêda


Ataques Anonymous em Belém

“Permita nos apresentar como Anonymous, e Anonymous apenas.”
É assim que se apresentam. Um grupo de pessoas, ou melhor, uma ideia de expressão (como preferem ser chamados) que visa liberdade de expressão e mudança. Bem apocalíptico, não acha?
Desde 2004, os Anonymous vêm utilizando a tecnologia dessa era para mover o mundo em busca dos seus direitos. E sem dúvida, tiveram sua maior repercussão quando atingiram o site do tão temido FBI. Exatamente aqueles que acabaram com o seu mundo quando fecharam o Megaupload.
Pois saibam que chegou a vez de Belém do Pará. Foi isso mesmo, meu querido leitor apocalíptico. No final da noite do último domingo (17/06/12) era só no que se falava. Os sites do Centro de Convenções Hangar, Companhia Estação das Docas e da emissora de televisão RBATV saíram do ar, dando lugar a um vídeo que fazia referência a um senador do Pará, já muito conhecido dos noticiários brasileiros. O vídeo de pouco mais que dois minutos, vêm criticando o atual senador do Estado. O conteúdo mostrava acusações e denunciava a manipulação de informações na mídia.
O “hackeamento” foi rapidamente retirado e recolocado como “Site em manutenção”. Mas se você deu bobeira e perdeu essa, dá só uma olhada no que os Apocalípticos conseguiram exclusivamente para você:




Quando questionados por os Apocalípticos sobre o motivo de atacarem todos esses sites, a resposta foi simples e direta: “A revolução dos #Anonymous, esse é um dos maiores motivos”.
Com o decorrer dos “hackeamentos”, o twitter @AnonH4 fazia atualizações e críticas em seus tuítes e prometia que esse era apenas o começo.
Tem quem seja contra, mas há aqueles que os apoiam até o fim. O que se pode dizer é que já tem muita família por aí achando que vai ser a próxima...
E nós ficamos aqui, aguardando o desenrolar dessa nova onda de ataques do tão famoso Anonymous. Ou então você achava que não estaria vivo pra ver um ataque direto a sites e políticos da região, né? Pois é, nem a gente!

Texto de Fábia Sepêda

terça-feira, 10 de abril de 2012

Anonymous lidera votação popular dos mais influentes da TIME100


A votação popular para a escolha dos 100 mais influentes do mundo, lista elaborada anualmente pela revista americana Time, terminou com o coletivo de ativistas hackers Anonymous no topo. A organização teve 395.793 votos, 130 mil a mais que o gerente-geral do Reddit, Erik Martin.


A escolha ainda depende da aprovação do juri da Time, que dá a palavra final sobre os eleitos do conceituado ranking. Se aceita, a vitória do Anonymous colocará o grupo ao lado de grandes nomes como Mahatma Gandhi, Mark Zuckerberg e Barack Obama.
A pessoa mais influente do ano, no entanto, é escolhida pelos editores da revista, e o nome será divulgado no dia 17 abril. Obrigado à Todos por ter votado na Anonymous, Unidos como um, Divido por Zero.


LINK

domingo, 1 de abril de 2012

Conciência Anonymous - Muito MAIS!




Ser um Anonymous não se resume a hackerativismo. Não se resume a atacar o sistema que você considera falho. Não se resume a entrar em alguma rede de comunicação social e falar de subrotinas e subsistemas de programações, sites e afins.
Ser um Anonymous é ter consciência do que acontece ao seu redor. Do que acontece em sua cidade. Do que acontece na política, se há ou não pessoas passando fome em sua cidade, no seu país, no mundo e o que você faz para mudar isso.  O que você faz???
Há uma guerra do outro lado do mundo, o que você faz? A maioria das pessoas não tem acesso a internet como você, o que você faz? 75% das pessoas no mundo não tem acesso a internet, você sabia disso?? São aproximadamente 1 bilhão 750 milhões de pessoas que tem acesso.As outras 5.520 bilhões não tem acesso a internet ou são analfabetos digitais. Que diferença faz? O que você vai fazer  agora?? Olhe ao seu redor.
Não adianta bradar ao mundo que você se rebela contra ele, se as pessoas não entendem pelo o que você luta, se não compreendem o que você faz, se nem mesmo você sabe a finalidade do que você faz. E o que você faz?
Estar na Anonymous vai além do que sonhamos, vai além do que acreditamos, vai além de nossa realidade. Nossa responsabilidade aqui é de abrir os olhos da população mundial para a ilusão em que esta mesma está inserida. Ilusão essa amarga e escravizadora, que manipula a grande massa de seres humanos que são massacrados pelo sistema, desumanizados, robotizados.
Nossa missão primeiramente é nos manter unidos mas, nossa missão principal  é a de conscientizar as pessoas da realidade em que vivem, mostrar a elas que é possível mudar, que é possível sair dessa realidade insana, é possível controlar a corrupção, é possível tornar nosso país um país melhor e mais sadio para seu povo. Que nós podemos unir a população e guiá-la para um bem comum melhor. Que podemos lutar e defender os direitos da raça humana, do povo brasileiro.
Além de ser um Anonymous virtual, seja um Anon em uma célula real em sua cidade ou próximo a ela. Trabalhe com a operação Acorda que é constante, real e necessária. A operação Acorda consiste em você informar a população que não possui acesso a internet o que é a Anonymous, quais são nossos objetivos, nossas ideias, ideais, o que fazemos aqui no Brasil, o que fazemos ao longo do mundo, se eles desejam se tornam um Anonymous.
Vamos ganhar a simpatia da população comum.

Somos Anonymous
Não esquecemos
Não desistimos
Não perdoamos
Esperem por nós.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Anonymous derruba site do Bradesco


Desde o início da manhã de hoje (31), o site do banco Bradesco está fora do ar. O que poderia ser considerado apenas uma instabilidade, na verdade, está sendo classificado como um golpe hacker de pessoas ligadas ao Anonymous, grupo que está fazendo ataques constantes por todo o mundo em retaliação a projetos de lei como o SOPA, PIPA e o ACTA.

Um dos perfis brasileiros do grupo no Twitter, @anonbrnews, assumiu a autoria do ato ao postar a seguinte mensagem no microblog: “#OpWeeksPayment - ATENÇÃO MARUJOS: Alvo atingido! O bradesco.com.br está à deriva! TANGO DOWN!”.

De acordo com mensagens anteriores, este ataque é o segundo de uma grande sequência contra os bancos brasileiros, prometida para o decorrer dessa semana. Ontem o alvo foi o Itaú, embora responsáveis pelo site tenham afirmado que houve apenas uma pequena interrupção no serviço. Já o Bradesco ainda não se pronunciou sobre os ataques à sua página.

Atualizando
A página do Bradesco parece estar voltando aos poucos, mais de uma hora depois do ataque. Porém, ainda apresenta intermitências.

 Fonte :tecmundo.com.br


sábado, 28 de janeiro de 2012

Ubuntu modificado pelo Anonymous

O Anonymous, criou uma versão do Ubuntu 10.04 e esta disponibilizando o arquivo .ISO para quem quiser baixar.
As modificações vão desde programas até a interface escolhida (LXDE+Metacity).


UPDATE


Segue print de tela do sistema.




Segue o download.




quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Reunião do anonymous Foi um Sucesso!

Anonymous teve uma reunião realizada no dia 30/12/2011. O Famosso Grupo anonymous fes uma reuniao no famosso RaidCall sobre a guerra contra ó sistema. Participamos da reunião e aviso que em  2012 o anonymous esta com novidades!

Alguns dos Membros e ADM's do Canal serão listados abaixo.
Lista>

AnonPanic #LeloBrasil
[HC]Host #AnonH4
Guru Do Himalaia
 Anon_rj
 Shelton_brasil
@anonIRC
AnonGUGAR
Anon-kay
TheFlud
Kallyandra
r0n3n1x
AnonymousForce

Muitos estiveram presentes, chegou a um numero muito grande!

Unidos como 1 divididos como 0

Somous Anonymous
 somous uma legião
 não esqueçemos
 não perdoamos
 nos aguardem!

Venha e participe!  Link do RaidCall - CLIQUE AQUI
Mais informações - CLIQUE AQUI

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

We are Legion: Grupo Hacker Anonymous ganha documentário


Um dos nomes que mais circulou nas conversas sobre hackers neste ano foi “Anonymous”. O grupo foi responsável pela invasão dos servidores da Sony, roubo de informações confidenciais de uma série de departamentos governamentais (inclusive no Brasil) e governantes (até mesmo a ex-candidata à vice-presidência norte-america, Sarah Palin, foi vítima).

Muitos os consideram como os bandidos, mas há também um grupo grande de pessoas que trata os hackers do Anonymous como heróis. No ano que vem, mais usuários devem conhecer a história desse grupo. O documentarista Brian Knappenberger está dirigindo o filme “We are Legion: The story of the Hacktivists” (Nós somos uma Legião: a história dos hackitivistas), que deve sair em 2012.

O documentário é focado na ideologia do Anonymous e, muito provavelmente, não deve chegar aos cinemas. Ao longo do ano, o Anonymous conquistou muitos inimigos e, dificilmente, alguma empresa de cinema vá querer mostrar o que há de ideológico por trás das máscaras do grupo - ainda mais se estivermos falando da Sony Pictures.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A Máscara...Anonymous


Ah, essa máscara!
Tão carregada de simbolismo, tão significativa e tão mal compreendida!
A máscara que simboliza Guy Fawkes, um inglês que orquestrou a "conspiração da polvora" , onde pretendia explodir o parlamento inglês, sem sucesso.
O que acontece hoje, pouco tem de semelhante aos objetivos e métodos desse personagem histórico, ao menos em vias práticas, pois o que queremos é bastante análogo ao que essa conspiração planejava. Não queremos explodir nenhum parlamento tampouco matar nenhum governante, ao menos não em vias físicas. Por outro lado queremos sim, destroçar esse poder corrupto que se instalou em nosso país e em nosso planeta e queremos sim, matar não políticos, mas suas respectivas reputações, mentiras e canalhices. Sob essa ótica sim, temos muito em comum com Guy Fawkes.
Durante esse tempo que temos trabalhado na divulgação do "plano", ouvimos muitas coisas sobre a máscara, mas principalmente um mal ou nenhum entendimento do porque dela e de forma pejorativa, onde ela tem a função de esconder as identidades dos envolvidos. Por isso esse texto se faz necessário.
Mas então  porquê a máscara?
É claro que existem alguns que PRECISAM esconder suas identidades, são aqueles que colocam o pescoço em risco para trazer a luz provas do que muitas vezes já sabemos, corrupção, roubo, desvios, etc, o que costumo chamar de "ala hacker".
Sim, os hackers existem e fazem parte do movimento, mas são uma minoria, isso é a grande novidade para muitos, são apenas uma pequena parcela dos Anonymous, o restante são pessoas comuns, de todas as profissões, etnias, cores, credos, idades, classes, enfim, qualquer cidadão é um Anon. Esses não precisam e em muitos casos não escondem a identidade, abrem mão da mesma em um ato que o iguala a todos os que assim como ele acreditam nessa luta, em um ato em que se substitui a identidade e individualismo por um sonho, um ideal comum.
Eu mesmo tenho uma identidade que nem faço muita questão de esconder no meu dia a dia, quando visto a minha máscara, deixo de te-la e passo a ser apenas mais um, apenas um Anon.
Não há o que esconder porque refletir, contestar, lutar e mudar não são crimes, reinvindicar o que é nosso por direito não é crime, manifestar nosso asco e nosso desprezo por esse sistema nojento não é crime, é direito, é dever e está passada a hora de faze-lo.
Com a máscara, um policial, um bombeiro, qualquer pessoa que "oficialmente" não pode se manifestar, começa a poder uma vez que sua identidade é protegida por um símbolo, onde ele é apenas um cidadão entre milhões de outros, onde ele é um "Guy Fawkes" entre milhões de Guy's Fawkes pronto a explodir os símbolos e estrutudas do poder, de destruir a falsa reputação dos guardiões desse sistema morto.

Sobretudo, a máscara é um passaporte para a liberdade, para a igualdade, para a mudança... vista a sua, ou simplesmente vista o sonho, com o sem máscara, é o mesmo de todos os cidadãos do mundo.

Texto Criado por : AnonSnake 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Casca grossa - Hackers Rouba Programa de anonimato da Marinha dos EUA

Desenvolvido pela marinha dos EUA, o protocolo de navegação privada Tor é abraçado por ativistas e criminosos e leva a discussão sobre anonimato ao ápice


Dos protestos de Londres aos acampamentos espanhóis, passando pela Primavera Árabe, máscaras do grupo Anonymous, originalmente desenhadas no quadrinho V de Vingança, puderam ser vistas entre os manifestantes que exigiam mudanças. Não é a toa. As redes que dificultam a identificação dos seus usuários estão sendo usadas em todos os grandes protestos mundiais, facilitando a articulação dos rebeldes e complicando o trabalho da inteligência policial. Cada vez mais, o anonimato é visto como direito por cidadãos e como crime por governos.






Diversos países já tentaram banir o aplicativo BBM, da BlackBerry, que de simples chat online virou arma de guerra, porque criptografa as mensagens entre seus remetentes. Mas a ferramenta mais importante para os anônimos atualmente é o Tor, um protocolo de navegação alternativo à web comum que foi desenvolvido pela marinha norte-americana. Em 2006, ele se transformou na ONG Tor Project. Desde então, é aprimorado por desenvolvedores e ativistas que acreditam no anonimato como o pressuposto da liberdade de expressão na web. Para eles, monitoramento se confunde com censura, principalmente em países fechados como China e Irã, que usam as pegadas deixadas por dissidentes para persegui-los.


Ao entrar em um site, o seu computador, normalmente, faz contato com um servidor web que reconhece o IP (endereço que identifica a máquina) e devolve a solicitação, liberando a página. Ao instalar o pacote do Tor e seu navegador baseado no Firefox, a ordem muda – no meio do contato comum, são introduzidos centenas de outros computadores que fazem parte da rede Tor e que repassam aleatoriamente informações criptografadas uns aos outros. Apenas o destinatário final tem acesso ao conteúdo aberto, mas é difícil saber de quem ele partiu (veja no infográfico no final da página).


Defendida por organizações como Human Rights Watch e Eletronic Frontier Foundation (EFF) e bancada por doações de empresas como o Google, a rede do Tor virou uma internet à parte. Lá, é possível encontrar todo tipo de conteúdo que seria considerado inadequado na web normal, de documentos confidenciais de governos a criminosos que oferecem seus serviços. É a chamada internet profunda, a deep web, formada por endereços que buscadores como o Google não conseguem alcançar e estipulada em cinco mil vezes o tamanho da internet normal. Se alguém tenta entrar em algumas dessas URLs sem o Tor, dará com a cara na porta.


“Se manter anônimo é um esforço constante. Por mais avançadas que sejam as tecnologias, uma hora são alcançadas pelos governos e pela polícia. É um eterno jogo de gato e rato”, afirma Karen Reilly, chefe de desenvolvimento do Tor, em entrevista ao Link por telefone.


A liberdade de expressão total é defendida de maneira paranoica pelo grupo. Conteúdo sensível está quase sempre protegido por travas, enquanto os sites mais escabrosos e os fóruns mais específicos costumam pedir senha. Atualizações dos softwares são constantes, feitas pela própria comunidade.


O pesquisador inglês Eric Wustrow, da Universidade de Michigan, faz parte desse grupo de desenvolvedores preocupados em assegurar a privacidade online. Junto de estudiosos de várias faculdades, ele desenvolveu o Telex, ao mesmo tempo alternativa e complemento ao Tor. “Os programas atuais são fáceis de bloquear. Isso cria uma situação em que os cidadão ficam procurando proxies disponíveis antes que o governo os bloqueie”, explica. “Criamos uma ferramenta que deixa isso mais difícil. Ela pode ser usada inclusive para acessar o Tor em países que o proíbem”. Pelo menos 15 mil pessoas – em grande parte chineses tentando furar a muralha de censura imposta pelo seu governo – já usam a rede experimental, criada neste ano.


A internet anônima é um mundo próprio, com serviços que copiam ferramentas usadas normalmente, mas supostamente assegurando privacidade total. Há serviços de hospedagem anônimos (diversos sites terminam em .onion, um dos mais populares), comunicadores instantâneos privados e até moedas digitais que dificultariam saber quem comprou o quê de quem. Os endereços são indexados por wikis secretas que mudam de endereço o tempo todo e com vários espelhos escondidos em enormes sequências alfabéticas.


Por isso, além de informações de grupos políticos como Wikileaks e Anonymous, dentro da deep web gira uma verdadeira contra-economia, baseada não em dólares, mas em Bitcoins e outras moedas digitais, normalmente ligadas a atividades criminosas como assassinatos, pedofilia, venda de informações roubadas por hackers e drogas.


Por isso, a questão é tão complicada: se a navegação anônima fornece um canal para ideias menos populares ou combatidas, ela também pede para que excessos sejam cometidos. Levada a seu ápice dentro do Tor, a discussão está longe de acabar – nos próximos anos saberemos se o anonimato será banido ou garantido.


CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR

EUA forçam Google a ceder dados de hacker


Governo entrou com ação para que empresa revelasse informações de ativista ligado ao Wikileaks e ao Tor


Jacob Applebaum teve seus e-mails dos últimos dois anos revelados. FOTO: DIVULGAÇÃO
SÃO PAULO – O governo dos Estados Unidos está pressionando o Google e o provedor Sonic.net para que eles revelem informações confidenciais do e-mail de um ativista ligado ao Wikileaks e ao software de anonimato na rede Tor, o norte-americano Jacob Appelbaum. Representantes do governo federal dos EUA entraram com uma ação que exigia que as empresas revelassem os contatos estabelecidos por ele nos últimos dois anos.




As empresas dizem que combateram o pedido do governo e que isso custou muito caro, mas que no final perderam e tiveram que revelar dados pessoais do hacker, que já é investigado há tempos pelos EUA e já foi  quase impedido de pousar de avião no país por causa de sua ligação com o grupo de Julian Assange.


A lei pode ser usada para conseguir detalhes de e-mails e celulares (inclusive dados de localização) sem que o governo federal tenha que provar que tem motivos criminais para querê-los. O processo se apoia em uma lei de 1986, o Electronic Communications Privacy Act (Ato sobre a privacidade em comunicações eletrônicas), que permite que o governo possa secretamente obter informações de e-mails e celulares pessoais sem um mandado de busca.


Um grupo que inclui Google, Microsoft e a AT&T está fazendo lobby para que a lei seja atualizada para o meio digital, criando empecilhos para os governos obterem os dados. Já ativistas ligados aos movimentos pró-transparência consideram a lei inconstitucional.


A internet profunda. Além de trabalhar em parceria com o Wikileaks, Appelbaum também é conhecido como a cara pública do Tor Project, organização sem fins lucrativos que criou um pacote de softwares que possibilitam que se navegue na rede de forma mais anônima e se acesse a chamada deep web, ou internet profunda, que agrega sites com endereços quase indecifráveis e que não são alcançados pelo algoritmo do Google.


Como o Tor nasceu inicialmente como um projeto de monitoramento da Marinha norte-americana e seus programadores ainda são ligados às forças armadas, Applebaum é quem costuma falar por eles e pela causa do projeto – a garantia do anonimato na internet e sua consolidação como um direito de todos.


Mas o governo norte-americano não parece estar muito feliz com isso, principalmente por causa da crescente influência dessa rede de contatos na organização de protestos como os do Occupy Wall Street, que desde 17 de setembro reúne milhares de manifestantes na frente do prédio da bolsa de valores e que começa a espalhar sua mensagem para o resto do país.


Agências de inteligência já admitem vigiar o Anonymous de perto, enquanto mais de 700 pessoas já foram presas no Zuccotti Park, em NY.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Anonymous ameaça polícia de Nova York após repressão a protesto




O grupo hacker  Anonymous divulgou um vídeo em que ameaça a polícia de Nova York (EUA) após a repressão de um protesto contra a crise econômica no último domingo (25), chamado "Occupy Wall Street". Na ocasião, cerca de 80 pessoas foram presas. As informações são do “Huffington Post” e "EFE".

O Anonymous afirmou que vai “tirar da internet” a polícia de Nova YorK caso novos casos de brutalidade ocorrerem nas próximas 36 horas, prazo que termina nesta quinta (29).

“A falta de humanidade e a brutalidade que a polícia de Nova York mostrou não ficará impune”, diz a voz computadorizada do vídeo. “Lembrem o que ocorreu com a polícia no Egito, quando eles desconsideram os direitos humanos. O fim deles foi o começo do povo.”

Os manifestantes estão há mais de dez dias acampados no parque Zucotti, perto do centro financeiro da cidade. Para dispersar as pessoas, que bloqueavam o trânsito e as áreas de pedestres, os policiais usaram spray de pimenta. Devido à resistência de alguns manifestantes em deixar o local, cerca de 80 deles foram presos.

Um vídeo que identifica um policial que usou spray de pimenta contra uma manifestante foi divulgado pelos hackers na segunda (26).

Ocupação

O movimento de protesto está há pouco mais de uma semana realizando um acampamento no sul de Manhattan contra o sistema financeiro americano, a corrupção e a "avareza" das companhias do país.

A maioria dos "indignados" nova-iorquinos que protesta contra a crise econômica global permanece acampada em dois parques privados do sul da cidade, onde podiam ficar se tivessem a autorização de seus proprietários.

Outras 16 pessoas foram detidas por terem pintado grafitis ou usarem máscaras, pois segundo há uma lei do Estado de Nova York que data de 1845 proíbe que duas ou mais pessoas usem máscaras em uma mesma concentração.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Anonymous O Plano - 1 fase iniciada, guerra contra o sistema - PT-BR

Proibido no Brasil Relações sombrias entre a Rede Globo desde 1993 ( BBC de Londres )


Além do Cidadão Kane é um documentário produzido pela BBC de Londres - proibido no Brasil desde a estréia, em 1993, por decisão judicial - que trata das relações sombrias entre a Rede Globo de Televisão, na pessoa de Roberto Marinho, com o cenário político brasileiro. - Os cortes e manipulações efetuados na edição do último debate entre Luiz Inácio da Silva e Fernando Collor de Mello, que influenciaram a eleição de 1989. - Apoio a ditadura militar e censura a artistas, como Chico Buarque que por anos foi proibido de ter seu nome divulgado na emissora. - Criação de mitos culturalmente questionáveis, veiculação de notícias frívolas e alienação humana. - Depoimentos de Leonel Brizola, Chico Buarque, Washington Olivetto, entre outros jornalistas, historiadores e estudiosos da sociedade brasileira. "Todo brasileiro deveria ver Além do Cidadão Kane"

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

A Evolução do Anonymous (História dos Anonymous)


Como muitos de vocês sabem, e para aqueles que não sabem venham a conhecer, Anonymous começou como uma sátira da natureza indisciplinada e caótica da internet. Tudo isso é discutido em Acordo Anonymous. Eu me desculpo antecipadamente pelo tamanho deste post (tl;dr/Too Long; Didn’t Read), mas tudo que esta aqui é muito importante para o esclarecimento do que esta se passando e também para unir todos os que aqui estão. 

Anonymous está vivo como um conceito desde 2004. Durante seus sete anos de vida como uma idéia, ele evoluiu através de diferentes fases até chegar ao que vemos hoje. E essa evolução continua.

A primeira fase de Anonymous, o *chan Anonymous, isso é, o Anonymous que foi criado e adotado pelos usuários do 4chan /b/[1], então do 7chan /b/, do 711chan /b/, 420chan, o Partyvan wiki e etc, carregava os elementos dessas comunidades. Um desses elementos era se referir a todos como algum tipo de “fag”[2]; newfag, oldfag, modfag, lulzfag e etc. Eu reconheço que essa tradição de se referir a todos como “fag” é extremamente infantil e imatura e pode ser creditado a aqueles que tinham o conhecimento do conceito de Anonymous e, desrespeitando o poder da idéia Anonymous, impuseram suas expressões copiadas do desenho South-Park. Ainda assim, devemos respeitar o fato de que Anonymous não existiria se não fosse por todos eles. A era do *chan se transformou em outra coisa no inicio do “Project Chanology”[3], vindo de uma realização coletiva do que poderia ser feita com a idéia que era o Anonymous.

Essa segunda fase do desenvolvimento de Anonymous será chamada neste post de Chanology Anonymous. Esse período foi marcado por guerras civis entre aqueles que viam o conceito Anonymous como um meio para fazer o bem e para trazer mudanças positivas para o mundo, em forma de ativismo contra o culto religioso da Cientologia[4], e aqueles que viam Anonymous como sua propriedade, seu próprio jogo de poder, uma idéia a qual ninguém que não aceitasse o estilo de vida dos imageboards *chan da internet poderia compartilhar, ou mesmo ter alguma opinião sobre. Essa era do Chanology Anonymous, da grande guerra civil Anonymous e dos subseqüentes conflitos entre comunidades que possuíam ideais conflitantes, durou por quase três anos.

Os protestos Iranianos de 2009[5] marcaram o ponto onde essa guerra começou a sofrer uma virada, pois Anonymous conseguiu um apelo mais amplo em manifestações para prevenir a censura na própria internet. Eu mesmo tive um papel chave nessa guerra no front dos *chan, executando trollagens/contra-inteligencia para interferir os grupos de *chan que planejavam organizar ataques de Denial of Service[6] contra sites do Chanology Anonymous, como o WhyWeProtest.net. Todos devem estar atentos para o fato de que esses grupos de *chan continuam ativos em muitos lugares, a maioria no 711chan.org e no Partyvan Wiki no paryvan.info. Eles ainda podem ser uma ameaça à nós. Além disso, nós ainda temos a presença, aqui neste fórum, muitos dos que estavam presentes na fase *chan Anonymous, e eles ainda carregam os modos” brincalhões” que dominavam as coisas naquela época. O guarda-chuva de Anonymous esta se expandindo, e tão grande quanto for, não podemos deixar de fora esses *chan Anonymous que são inteligentes o suficiente para saber quando eles devem ser sérios e quando esta tudo bem fazer alguma brincadeira.

A terceira fase da evolução de Anonymous, que eu chamarei de AntiSec Anonymous, começou junto com o vazamento de informações do departamento dos EUA pelo Wikileaks[7], que resultou em ataques por parte do governo e de companhias de cartão de credito contra o fundador do Wikileaks, Julian Assange. Com essa óbvia tentativa de censura, o efeito Streisand[8] se espalhou mais uma vez, e nós testemunhamos a operação Payback(acerto de contas) do AnonyOps[9], uma campanha coordenada de ataques de Denial of Service contra as grandes empresas de cartão de crédito, assim como de distribuição e compilação dos documentos e informações que vazaram de diferentes governos. Durante essa fase, tambem testemunhamos o surgimento do LulzSec[10], sua incrível cadeia de invasões contra símbolos de governos e corporações corruptas, e o vazamento de algumas informações realmente preocupantes.Graças às ações do AnonyOps e do LulzSec, nós agora podemos orgulhosamente herdar a evolução da idéia de Anonymous na forma do AntiSec, e de tudo o que isso representa:

Nós nivelamos as coisas tornando livre a informação, e fazemos isso for the lulz(por diversão)

Aqui no What Is the Plan, nós estamos realizando a terceira fase de Anonymous, que será o de desenvolver Anonymous a seu pleno potencial como agente de mudanças positivas em nosso mundo. Parafraseando Thomas Paine[11], "We have it in our power to create Anonymous anew."(temos o poder para criar Anonymous novamente). Os eventos da fase AntiSec nós cedeu uma oportunidade única na história de Anonymous, da internet, e mesmo que isso soe presunçoso, na própria humanidade. Nesta fase nós estamos acolhendo de braços abertos novatos à idéia de Anonymous, mas ainda estando plenamente conscientes de sua história.

Parafraseando George Orwell[12], “Em tempos de mentira universal, dizer a verdade é um ato revolucionário.” Como um movimento, nós seremos criticados e atacados pela mídia, pois aqueles que controlam a mídia são parte do mesmo Sistema o qual nós declaramos guerra. Em outras palavras, eles têm interessem em assegurar que o movimento Anonymous não consiga um apelo maior do que já possui.

Existem elementos na história cultural daqueles que juntos manteram a idéia de Anonymous que não são mais necessários, e que são, inclusive, danosos para nossa causa. Ainda assim, muitas idéias que foram desenvolvidas na cultura do *chan ainda são úteis para nós. Isso foi por mim demonstrado com o desenvolvimento de algumas idéias do canal /b/ aqui no What Is The Plan.

Trollar[13] é uma ferramenta que pode ser usada para o bem e para o mal, ou, na verdade, para qualquer propósito. Para nós, trollar pode ser útil na forma de rápida e eficientemente detectar indivíduos que “se acham demais”, e que podem criar muito “drama”. Com mais de 18.000 usuários, essa comunidade esta se desenvolvendo bem rápido, e nós precisamos cuidar dos “criadores de caso” que acabaremos por atrair.

Lulz, um senso de humor muito mordaz e satírico, similar ao conceito Alemão de “Schaudenfreud”, ou seja, rir às custas de alguém, é útil para os propósitos de uma comunidade, simplesmente porque uma comunidade precisa de uma certa dose de distração. As pessoas precisam de um motivo para continuar voltando para cá, um motivo além de fazer o trabalho sério o qual estamos nos propondo. Se nós não tivermos meios de ter alguma diversão, acabaremos por ficar cansados muito rápido. Eu, como parte do Project Chanology em toda sua existência, já vi isso acontecer. As pessoas se cansam, “perdem o gás”, e tornam-se monstros, “fazendo draminha” e “ragequit”(sair do lugar causando muita comoção), e é justamente nesse drama que as pessoas fazem que acaba por exaurir seus companheiros, que começam a ficar desestimulados e irritadiços, acabando por também sair da comunidade.

Para propósito de nos organizarmos como movimento, Anonymous como uma idéia é tão elegante e bem desenvolvida, que contem em suas bases tudo o que precisaremos para organizar um movimento global, ou prover os alicerces para um maior desenvolvimento desta idéia. Nós não mais precisamos nos chamar de “newfag, oldfag, modfag”. Assim como não precisamos entender cultura tibetana para entender budismo, nós não precisamos entender a cultura do *chan para entender Anonymous. Mas então fica a questão: do que chamaremos nossos usuários agora?

Isso é o que proponho:

Admin of Anonymous – Os verdadeiros “lideres” filosóficos da construção ideológica de Anonymous; aqueles que entendem a vida nas comunidades “internáuticas” e da idéia de Anonymous tão bem que são capazes de aprimorar e desenvolver essa idéia, desde que seja para melhor, assim como facilitar a organização e condução de operações a fim de nivelar as coisas tornando livre a informação. Anonymous É uma idéia, e aqueles que entendem melhor essa idéia, assim como alavancar a comunidade usando essa idéia com eficácia, tornam-se “lideres”. Os admin lideram não por FAZER, mas por FACILITAR, e entender que um WEBSITE PERTENCE À SUA COMUNIDADE.

Moderator of Anonymous – Aqueles que estiveram tão ativos na comunidade, e influentes no sentido de organizar operações que se tornaram “professores” de Anonymous pelo seu exemplo.

Op of Anonymous(Original Poster) – Aqueles que se inteiraram(lurked) tão bem que são capazes de organizar operações a favor da idéia Anonymous.

Anonymous – Aqueles que pesquisaram e se inteiraram o suficiente para que seus posts não “falhem” e acabem indo parar no /b/asement[13]. Anonymous conscientes.

Lurker – Aqueles que precisam pesquisar, espreitar e se inteirar mais (lurk[14]). Também aqueles que ainda não se consideram como Anonymous.

Não somos mais usuários de *chan.
Não somos mais Project Chanology.
Nós somos a terceira etapa de Anonymous.
Nós estamos aprimorando a idéia de Anonymous para atingir seu pleno potencial como agente de mudanças, e nós acreditamos completamente e aceitamos que essa é uma idéia que todos podem compartilhar, e até mesmo criar suas próprias opiniões.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Anonymous - Convocação a todos brasileiros contra a aprovação da "Lei da Mordaça"


sábado, 29 de outubro de 2011

[COMUNICAÇÃO] Raidcall - Chat de Voz e Texto do Anonymous Brasil!




PROCURE OS ADMINS PARA EXPLICAR MELHOR COMO FUNCIONA O RAIDCALL.




Introdução




Bem pessoal, lhes apresento nosso primeira ferramenta de comunicação por voz e de texto, o programa se chama Raidcall e serve para que grandes grupos se comuniquem.

SCAN do PROGRAMA: CLIQUE AQUI!



Porque devemos usa-lo?




Vou apontar pontos que tornariam nossa organização mais facilitada, tanto para novatos e veteranos de Anonymous.

# Discussões se tornariam mais produtivas e menos cansativas, voce nao precisaria de ler e nem escrever, mas no caso de pessoas que nao tenham microfone poderam usar o chat da sala.

#Reuniõs se tornariam mais dinamicas, organizadas e todos poderiam participar sem problemas de locomoção, horario, dinheiro para transporte e etc.

#No IRC muitos que entram são ignorados e muitos que falam algo tambem são ignorados.

#O Raidcall conta com uma interface inspirada em programas como o MSN, Skype e Team Speak, portanto todos terão facilidade em usa-lo.

#Administradores tem ferramentas para melhor administrar as salas e recursos para organizar qualquer coisa nos canais.



Estrutura do nosso canal Anonymous Brasil (ID: 4653027)







Como instalar?



#Entre no site www.raidcall.com ou Clique aqui

#Instale - o clicando duas vezes no instalador.

#Abra o programa e faça seu cadastro no proprio programa.

#Faça o Login e va em "Buscar Grupo"

#Coloque o ID: 3766742

#Pronto, entre no canal.

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Tutorial Linux


Bem, o uso do raidcall no linux, em aspecto geral, e possível mais o mesmo tem diversos erros, mas pulando por todos ele e possível usar!

Vamos la! primeiro você precisa do WINE instalado. Como instalar?
R: "No Terminal digite > sudo apt-get install wine"

Com o wine instalado, devemos instalar o RaidCall
"No terminal Digite > Cd /Pasta-Onde-Esta-O-Instalador/
> wine raidcall_6.0.8.exe"

Apos ter instalado o RaidCall, devemos abrir o Wine para Configurá-lo!
"Menu > Wine > Configurar o Wine". Em Configurações devemos ir Áudio, e desmarcar "Drive OSS"(Caso já esteja desmarcado deixe como esta). Agora vá em Unidades, e Aperte > "Auto Detectar". Pronto Salve e feche!

Agora abra o raidcall, o link deve estar na sua Desktop, caso nao esteja va em /home/"USUARIO/.wine/drive_c/Arquivos de Programas/RaidCall/", no diretorio do RaidCall, Você deve iniciar o Terminal la! ("Cd /home/"USUARIO/.wine/drive_c/Arquivos\ de\ Programas/RaidCall/") e deve usar o comando "wine raidcall.exe"!

Pronto, agora e so usar normalmente o RaidCall!


@Erros
Caso haja algum erro, feche o raidcall e abra novamente Very Happy

via AnoPK

#OBS: SE TIVER ERRO NO PROGRAMA, ATUALIZE O NET.FRAMEWORK PARA O MAIS ATUAL.



Principais ferramentas de Administradores e Moderadores



#O Admin pode mover, kickar, banir, mutar e mutar uma sala.

#O Admin pode falar com todos os Canais ao mesmo tempo e mandar um alerta na caixa de texto.

#O Admin pode colocar uma sala em "modo de lista", cada um podera falar 5 minutos, o proximo da fila poderá falar 5 minutos e assim por diante.


SOBRE SEGURANÇA: O Raidcall não nos torna vulneravel, ele é um programa seguro, ele nao abre mais portas no seu PC e tambem por se tratar de um programa usado por gamers, estamos "camuflados" em uma plataforma de gamers. Nao temos problemas de invasores, coisas importantes podem ser feitas em salas com senhas.


O Skype e o MSN abrem portas para eles, mais de 1 ate, portanto ele tornam o PC mais vulneravel. Mas lembre-se sempre mantenha os programas de segurança e seu Firewall ligado.Invasão não depende apenas de seus cuidados, mas tambem da disposição do invasor!!!